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segunda-feira, 4 de agosto de 2014

Enfrentamento à violência contra a mulher é tema de curso

A atuação dos profissionais da Saúde é fundamental para o tratamento e prevenção da violência contra a mulher. Para isso, eles precisam estar preparados, e capacitá-los é objetivo do curso à distância ofertado pelo Núcleo de Educação em Saúde Coletiva (Nescon/UFMG), em parceria com o Projeto de Atenção Integral à Saúde da Mulher em Situação de Violência da Faculdade de Medicina da UFMG.
O Nescon, que já trabalha com o sistema de ensino à distância, oferecerá plataforma para que as aulas online aconteçam. Em uma primeira etapa do Projeto, foi feito um planejamento estratégico e participativo para a formação de uma rede nacional de atendimento às vítimas.
Inicialmente, cerca de 300 profissionais do Sistema Único de Saúde (SUS) participarão de trabalhos individuais e coletivos, fóruns de discussões e redação de relatórios, por um período de 11 meses. As aulas, que iniciaram este mês, são dividas em três unidades, com objetivo de preparar os profissionais de diferentes partes do Brasil para atender, de forma humanizada, mulheres em situação de violência, bem como fortalecer a rede nacional de atendimento às vítimas.
De acordo com o coordenador do curso, professor Victor Hugo de Melo, a expectativa é de que mais de 1.300 profissionais sejam capacitados. “Iremos realizar outras etapas do curso, com o apoio e contribuição do Nescon. A plataforma nos permitirá alcançar os profissionais em todo o território, o que vai ao encontro de uma das metas do projeto, que é de estabelecer comunicação entre os diversos grupos de saúde”, diz o professor.
Para ele, o tema é atual e merece a atenção de todos os setores. “Vemos diariamente em jornais diversos tipos de violência contra a mulher, que até levam à morte. A Lei Maria da Penha existe, mas o número de vítimas ainda é alarmante. Por isso, precisamos atualizar o conhecimento dos profissionais para que façam um melhor atendimento”, conclui.
EstratégiaO coordenador explica que antes do início do curso foi realizado questionário com os alunos para ajudar a conhecer a realidade das regiões em que atuam. O questionário incluiu perguntas sobre medidas de enfrentamento, como é feito o acolhimento na unidade de saúde e como as redes se interligam, de forma a evitar que a mulher tenha que repetir a história da agressão em todos os lugares.
“Não temos muitas notícias sobre a situação de locais mais distantes, e saber como os alunos são nas diversas regiões, nos permitirá ter conhecimento sobre as diferentes realidades. Com isso, poderemos produzir materiais de estudo e atualizar a rede”, conta.
Para ElasDe âmbito nacional, o Projeto de Atenção Integral à Saúde da Mulher em Situação de Violência é financiado pelo Ministério da Saúde e executado por equipe da UFMG e seus parceiros de vários setores, estado, municípios e sociedade civil. O projeto foi lançado em 2013, na UFMG, durante o seminário “Para elas. Por elas, por eles… por nós”.
Fonte: Faculdade de Medicina da UFMG

terça-feira, 27 de maio de 2014

Alunos produzem vídeos sobre educação nutricional e qualidade de vida


Produzir filmes de curta-metragens educativos sobre nutrição como forma de avaliação. Essa foi à proposta criada pelo professor do Departamento de Nutrição da Escola de Enfermagem da UFMG, Rafael Moreira Claro, e executada pelos alunos da disciplina Nutrição e Saúde Pública, do 6º período do curso, que na tarde da última sexta-feira, 23, apresentaram seus trabalhos no auditório Maria Sinno da EEUFMG. 

Tratando de temas distintos, como as diferenças entre produtos diet e light, escolhas alimentares e saúde materna e infantil, os seis vídeos refletiram questões referentes à Nutrição de uma forma diferente. “A proposta era que os alunos escolhessem um dos cerca de dez temas que discutimos durante o semestre, e produzissem um vídeo que com duração entre 3 e 7 minutos. Junto disso eles estão fazendo um trabalho teórico, justificando o porque da adoção do tema, qual era a ideia com o vídeos, quais foram os problemas, como foi a execução e qual foi a conclusão que eles tiveram”, explicou o professor. 

Para Claro, a atividade demonstra o potencial da criatividade dos alunos. “Essa iniciativa os impulsiona a pensarem de uma forma não trivial, a terem uma educação crítico-reflexiva e a desenvolverem ideias além do ambiente da sala de aula, transformando práticas que são essencialmente teóricas em questões aplicadas. Eles foram convidados a refletir sobre os temas sabendo que pessoas de fora da Universidade veriam, então esse exercício é também uma prática de aplicação do conteúdo e acaba fazendo com que eles se tornem profissionais mais completos”, comentou. 

A ideia do professor é divulgar os melhores vídeos no Youtube, para permitir que outras pessoas façam uso dos vídeos para propósitos educacionais, ajudando assim a melhorar uma demanda que se mostra insuficiente. “Não existem muitos materiais semelhantes à disposição do grande público. No Youtube, por exemplo, são poucas as produções de boa qualidade técnica e informativa sobre alimentação e nutrição. Muito do que existe lá é feito por entusiastas de alimentação, ou seja, pessoas que têm algum nível de conhecimento técnico, mas sem uma adequação plena no conteúdo”, ressaltou.

As alunas Júlia Soares, Eduarda Guedes, Ingrid Outeiro e Camila Matos, integrantes do grupo da animação "Ambiente obesogênico e escolhas alimentares''

A aluna Camila Maria de Matos, 21 anos, integrante do grupo que fez o vídeo '"Ambiente obesogênico e escolhas alimentares''. Falou sobre o material que produziram. “Escolhemos esse tema porque o ambiente onde estamos inseridos favorece o crescimento da obesidade. Questões como os lanches não saudáveis disponíveis na rua, a falta de tempo para realizar atividades físicas e a influência da mídia por meio da publicidade demonstram isso. O nosso vídeo mostra como podemos escapar desse ambiente obesogênico, dando algumas estratégias e dicas de como as pessoas podem fazer escolhas mais saudáveis”, explanou.

Para a estudante, a atividade foi também importante por não se restringir ao ambiente da sala de aula. “É interessante porque acaba se tornando um meio de mostrar nosso trabalho para quem está do lado de fora da Universidade e não só para o professor. É uma maneira de retribuir a sociedade de alguma forma, já que estamos em uma Instituição pública”, falou.

O professor, que se surpreendeu com o bom resultado dos vídeos, afirmou que pretende continuar com esse tipo de atividade. “A ideia é que para o futuro, esses vídeos sirvam de subsídio para outras atividades e possam ser usados junto à população em atividades de educação nutricional e sobre diversos temas relacionados à qualidade de vida. Já no que se refere à Escola de Enfermagem, a intenção é que os alunos da mesma disciplina do próximo semestre refaçam a atividade, através de vídeos ou de alguma outra atividade artística. Vamos manter uma avaliação desse padrão não tradicional dentro da disciplina”, finalizou.  




Confira aqui o vídeo na íntegra

Fonte: Faculdade de Enfermagem da UFMG

quarta-feira, 14 de maio de 2014

Fórum debate o racismo institucional


De acordo com a Política Nacional de Saúde Integral da População Negra, instituída em 2006 pelo Ministério da Saúde, o racismo institucional compreende a produção sistemática da segregação étnico-racial nos processos institucionais. Ele se manifesta por meio de normas e práticas discriminatórias adotados no cotidiano de trabalho.
Diante deste cenário, o Centro de Educação e Apoio para Hemoglobinopatias (Cehmob-MG), uma parceria entre Núcleo de Ações e Pesquisa em Apoio Diagnóstico da Faculdade de Medicina da UFMG (Nupad) e a Fundação Hemominas, promove o evento Racismo Institucional: Fórum de Debates – Educação e Saúde.
Por meio de debates, palestras, mesas-redondas e oficinais, a proposta do evento é sensibilizar os profissionais da saúde para o tema e capacitá-los para o atendimento humanizado a todos os pacientes.
Entre os palestrantes estão representantes da Organização Pan-Americana da Saúde, da Câmara de Assessoramento Técnico em Doença Falciforme do Ministério da Saúde, da Associação de Pessoas com Doença Falciforme e Talassemia do Estado de Minas Gerais (Dreminas) e Federação Nacional das Associações de Pessoas com Doença Falciforme (Fenafal).
O evento Racismo Institucional: Fórum de Debates – Educação e Saúde será realizado em Belo Horizonte, no dia 30 de maio, sexta-feira. A atividade é direcionada nesse momento para os profissionais que desenvolvem projetos no Cehmob-MG e convidados da sociedade civil.
Fonte: Faculdade de Medicina UFMG

quarta-feira, 23 de abril de 2014

UFMG discute inserção indígena



Debate sobre inserção dos indígenas em cursos de formação superior na área da saúde e reunião para apresentar reivindicações relacionadas à entrada e à permanência desses alunos na Universidade encerram esta semana atividades promovidas por estudantes indígenas.

A mesa-redonda O indígena na saúde e a saúde do indígena, que será realizada na tarde desta quinta-feira, 24, no auditório na Escola de Enfermagem, vai discutir a organização do subsistema de saúde indígena e também a forma como esse grupo social contribui ou influencia nos processos de incorporação da diversidade cultural nas suas diferentes dimensões, no ambiente universitário e na formação dos estudantes do ensino superior em geral.

As atividades têm início às 14h, no campus campus Saúde (avenida Alfredo Balena, 190, bairro Santa Efigênia, em Belo Horizonte), com mostra de fotografias, canto e filmes sobre a questão indígena. A mesa-redonda acontece das 17h às 19h.

Já na sexta-feira, 25, às 15h, o pró-reitor de Graduação, Ricardo Takahashi, e outros membros da equipe do Reitorado vão receber comissão composta por estudantes, professores e lideranças indígenas.

A possibilidade de fazer as provas do vestibular na língua de cada etnia, moradia para as comunidades indígenas e criação de conselho consultivo indígena que auxilie a Administração da Universidade na elaboração de políticas específicas são algumas das reivindicações do grupo.

Os eventos são organizados por estudantes indígenas, em parceria com a Comissão de Acompanhamento de Estudantes Indígenas (Caei) da UFMG, coordenada pela professora Lívia de Souza Pancrácio de Errico, do Departamento de Enfermagem Materno Infantil e Saúde Pública.

Como explica a professora Shirley de Miranda, da Faculdade de Educação e coordenadora do programa Formação Intercultural de Educadores Indígenas (Fiei) da UFMG, em abril, por se comemorar no dia 19 o Dia do Índio, as comunidades indígenas costumam realizar eventos que deem visibilidade às suas constantes lutas por sobrevivência e etnodesenvolvimento. “São realizadas comemorações em aldeia, que costumam receber a visita de não-indígenas, numa perspectiva de interculturalidade”, reitera.

A professora da Escola de Música Rosângela Tugny, que desde 2003 pesquisa e divulga a cultura indígena, avalia que o momento atual é “crucial e terrível para os povos indígenas”, que precisam garantir seus direitos.

Para a vice-reitora Sandra Goulart Almeida, a data é adequada para que a Universidade reflita sobre o que já realiza e o quanto ainda pode fazer. “A acolhida aos indígenas é parte da política de uma Universidade que tem no respeito à diversidade um de seus pilares”, destaca a vice-reitora.

Fonte: UFMG

segunda-feira, 31 de março de 2014

Quem canta, os males espanta!


Programa de rádio "Saúde com ciência" destaca os benefícios da música no tratamento e reabilitação de pacientes
Instrumental, clássica, eletrônica ou alternativa, existe música para todos os gostos. E seus benefícios podem ser percebidos logo que apertamos o play: os acordes, batidas e ritmos influenciam o indivíduo nos aspectos físico e mental. “Seja induzindo em direção ao movimento ou ao repouso, a música sempre interfere na motricidade do corpo”, revela o professor da Faculdade de Medicina e da Escola de Música da UFMG, João Gabriel Marques, especialista em neuropsicologia da música. “Outra relação entre a música e o ser humano é a resposta cognitiva que ela desperta, importante para o sistema de aprendizado e maturação do conhecimento”, ressalta.
Com isso, a música pode se tornar um aliado tanto para o tratamento mental quanto para a reabilitação física de pacientes. Isso porque o ser humano é marcado por uma ritmicidade biológica, que é a capacidade de manter o ritmo de várias ações ao mesmo tempo, como andar e falar. Quando essa habilidade natural é comprometida, como nos casos de paralisia cerebral e AVC, a reabilitação motora é indicada. A música, então, pode desempenhar um papel fundamental através da musicoterapia.
Essa prática utiliza instrumentos musicais, como tambores e pianos, para exercitar o paciente em tratamento. Uma das técnicas utilizadas é a Estimulação Rítmica Auditiva Motora (RAS), que utiliza batidas marcadas pelo ritmo para trabalhar os membros superiores e inferiores do indivíduo. “Essa técnica é destinada a recuperar funções básicas, como a marcha, o caminhar, e a capacidade de o paciente pegar e segurar um objeto de forma ordenada e harmoniosa”, explica a musicoterapeuta Cybelle Loureiro, professora da Escola de Música da UFMG.
Nas primeiras etapas da musicoterapia, o indivíduo pratica a função motora junto com o profissional. Depois, treina sozinho após ouvir uma canção. É nesse momento que, segundo Cybelle Loureiro, a música desempenha papel de auxílio à reabilitação, graças à capacidade que ela tem de despertar processos cognitivos no cérebro. “Todo instrumento que você toca trabalha a capacidade atencional. Em pacientes na reabilitação, é necessário trabalhar a questão cognitiva antes das atividades puramente físicas”, observa a professora. A terceira etapa é semelhante à segunda, mas as músicas são trocadas e o paciente deve continuar praticando a função motora. Quando isso acontece, é porque houve uma aprendizagem rítmica e avanços na reabilitação física.
Além disso, a função cognitiva da música também pode contribuir para o tratamento de incapacidades neurológicas, como a esclerose múltipla, o autismo e o Alzheimer. Um exemplo consiste em estudo realizado em 2010 pela Universidade de Boston, nos Estados Unidos, que demonstrou que pacientes com Alzheimer conseguiam memorizar as mensagens quando elas eram transmitidas cantadas. Nessa pesquisa, um grupo de controle e outro de pacientes com a doença foram submetidos a um teste: quarenta mensagens foram repassadas, sendo a metade acompanhada da música cantada e o restante somente com a gravação falada.
O resultado apontou que as palavras cantadas foram mais familiares para o grupo do Alzheimer do que para o de controle. De acordo com o professor João Gabriel Marques, a performance musical é fator-chave para ajudar a minimizar os prejuízos à memória. “Durante as fases iniciais da doença, essa performance ainda é muito ativa no paciente. Por isso, ela desempenha um importante papel na estabilidade, uma vez que o indivíduo se vê capaz de ter uma melhora nas suas funções cotidianas”, relaciona.
Tema da semana
Confira a programação da série Musicoterapia:
O que é musicoterapia? – segunda-feira (31/03/14)
Aprendendo com a música – terça-feira (01/04/14)
Reabilitação física através da música – quarta-feira (02/04/14)
Música para a saúde mental – quinta-feira (03/04/14)
Quem canta, os males espanta: inclusão social – sexta-feira (04/04/14)
Sobre o programa de rádio
O Saúde com Ciência é produzido pela Assessoria de Comunicação Social da Faculdade de Medicina da UFMG e tem a proposta de informar e tirar dúvidas da população sobre temas da saúde. De segunda a sexta-feira, às 5h, 8h e 18h, ouça o programa na rádio UFMG Educativa, 104,5 FM. Ele ainda é veiculado em 38 emissoras de rádio de Minas Gerais, Paraná e Estados Unidos. Também é possível conferir as edições pelo site do Saúde com Ciência.

segunda-feira, 10 de março de 2014

Curso de Gestão de Políticas Públicas em Gênero e Raça da UFMG recebe inscrições para 250 vagas

Discutir e abordar as temáticas relacionadas a gênero e a igualdade étnico-racial são algumas das propostas do curso de extensão da UFMG Gestão de Políticas Públicas em Gênero e Raça, que oferece 250 novas vagas nos polos de Belo Horizonte, Confins, Formiga, Governador Valadares e Uberaba. As atividades são na modalidade semipresencial e serão realizados seis encontros presenciais nos polos. As inscrições podem ser efetuadas até o dia 14 de março, por meio do preenchimento de formulário eletrônico disponibilizado no site www.ufmg.br/ead/site/index.php/caed. 


Para participar do processo seletivo, o candidato deve obedecer a um dos seguintes critérios: ser servidor federal, estadual ou municipal da administração pública; ser integrante dos conselhos de direitos, dos fóruns intergovernamentais de promoção da igualdade racial, dos conselhos de educação; ser dirigente de organismos não governamentais ligados à temática de gênero e da igualdade étnico-racial. Também é necessário residir na cidade em que as atividades presenciais vão acontecer ou próximo a elas. 

A documentação exigida no ato da inscrição está listada no edital, também disponível no site www.ufmg.br/ead/site/index.php/caed. Em relação à carta de intenções, que também é requerida, o candidato deve abordar seu interesse pelos conteúdos do curso, experiências anteriores sobre o assunto, conhecimento sobre internet e educação a distância e, por fim, expectativas em relação às atividades. 


O resultado será divulgado a partir do dia 28 de março. 


Políticas Públicas 

Coordenado pelo Núcleo de Estudos e Pesquisas sobre a Mulher da UFMG, em parceria com o centro de apoio à educação a distância da universidade, o curso objetiva instrumentalizar os participantes para a intervenção no processo de implementação, monitoramento e avaliação de programas e ações de gênero e raça nas políticas públicas. 

É importante que os alunos dediquem, no mínimo, quatro horas semanais para participar das discussões on-line sobre os temas levantados nas disciplinas. 

Outras informações sobre a seleção podem ser obtidas pelo e-mail gppger@fafich.ufmg.br ou pelo telefone (31) 3409-3821. 

Fonte: Combate Racismo Ambiental

sexta-feira, 7 de março de 2014

O desafio da iniciação escolar para pais e filhos

O início das aulas costuma ser marcado pelo sentimento de insegurança tanto dos pais, quanto das crianças. Sentir medo nessa fase é natural, pois se trata de um momento de muitas novidades e mudanças – alguns pequenos costumam chorar durante todo o período na escolinha. Por isso, a importância do apoio familiar e escolar, a fim de amenizar essas angústias.

O professor do Departamento de Saúde Mental da Faculdade de Medicina da UFMG, Arthur Kummer, defende que o equilíbrio nesses casos deve partir do adulto. “Se os pais mantiverem a calma, os filhos tenderão a se sentir mais seguros. Apesar do processo de adaptação ser algo que cabe à criança, mães, pais e educadores precisam ajudar”, afirma.

Muitos pequenos iniciam em uma instituição de ensino com um ou dois anos, antes mesmo da idade escolar, que é de quatro anos, segundo a lei. Para o especialista, apesar de não existir uma idade ideal para a iniciação, é possível que a adaptação seja mais demorada quando a criança é menor. “Há uma relação entre desenvolvimento cognitivo e melhor adaptação escolar. Nesse sentido, as crianças menores, de um a três anos, podem sentir mais com a separação dos pais e entrada na escola, reagindo com maior rebeldia”, explica. Ainda assim, Arthur Kummer garante que isso não é uma regra, já que situações favoráveis nos primeiros dias também são conhecidas. “A boa aceitação está ligada à novidade de brinquedos, crianças e novos espaços”.

Pais e filhos

Aos pais, pensar que a criança vai sobreviver bem sem seu olhar atento parece pouco provável. Além disso, o sentimento de culpa por voltar a trabalhar e deixar o filho na escola ou creche, principalmente para as mulheres, é outra fonte de angústia.

Por isso, a pediatra e psiquiatra Luciana Carla Araújo Pimenta, mestranda do Programa de Pós-Graduação em Neurociências da UFMG, orienta aos pais conhecer bem a instituição que escolheram para o filho, como forma de sentir confiança nos profissionais e no projeto pedagógico. “Como os pais vão ficar longe dos filhos, eles precisam confiar em quem está encarregado dos cuidados dos pequenos”, ressalta.

Modelos variados de ensino não faltam: algumas escolas já se comunicam com os pais por meios virtuais regularmente, enquanto outras até disponibilizam câmeras ao vivo para acompanhar o dia do filho. Há ainda aquelas que permitem fazer uma adaptação gradativa, em que o tempo de permanência da criança na escola vai aumentando até chegar ao desejado.

Luciana Pimenta também considera que o importante é que os pais não fiquem apreensivos, pois acabam transmitindo essa sensação para os filhos. “A criança pensa: que lugar é esse que deixa meus pais inseguros? Com isso, a adaptação vai ser bem mais difícil”, avalia.

Dicas

Para que o momento seja menos traumático para as crianças, a especialista recomenda que, aos poucos, elas comecem a entrar no ritmo da nova rotina. Se o filho já tiver idade suficiente para assimilar isso, os pais devem compartilhar detalhes novos sobre as matérias do ano, a escola ou o método que será adotado.

Uma atitude recorrente dos pais, que pode prejudicar a fase de adaptação do pequeno, é quando eles tentam distraí-lo para se retirarem às escondidas. Segundo o professor Arthur Kummer, é preciso deixar claro para o filho que irão embora, mas que voltarão para buscá-lo.  “Se a criança chorar no momento da separação, pais e professores podem tentar consolá-la e deixar que ela saiba que entendem como ela se sente”, aconselha. Ele acrescenta que ao término da aula, a criança deve ser buscada na hora certa, para que não sinta uma ansiedade desnecessária ao observar as outras crianças irem para casa.

Outras atitudes que podem aumentar a aceitação da criança, de acordo com a pediatra Luciana, é a sua inclusão na escolha do uniforme e material escolar. “O ingresso da criança pode ser importante aprendizagem para todos, por isso é necessário que a ansiedade que permeia essa situação seja dominada da melhor maneira possível”, conclui.


Fonte: site Faculdade de Medicina da UFMG, 06/03/2014

segunda-feira, 11 de fevereiro de 2013

Programa Polo da UFMG promove encontro de comunicadores do Vale do Jequitinhonha


O município de Capelinha recebe, de 1 a 3 de março, o II Encontro de Comunicadores do Vale do Jequitinhonha, promovido pelo Programa Pólo de Integração da UFMG no Vale do Jequitinhonha, da Pró-Reitoria de Extensão da UFMG.

As inscrições já estão abertas e devem ser feitas até o dia 28 de fevereiro pelo site do Polo.

Com o tema central Acesso à comunicação e transformação social e cultural do Vale, o evento terá painéis, ações culturais e oficinas nas áreas de web, rádio, mídias sociais e projetos culturais, entre outras.

As atividades acontecerão no Galpão Cultural e na Escola Estadual Geralda Otoni, ambos localizados no bairro das Acácias, além do Criasom, região central do município.

O evento é promovido em parceria com a Associação Imagem Comunitária e a Oficina de Imagens, com apoio da Prefeitura Municipal de Capelinha, Câmara de Vereadores de Capelinha, Galpão Cultural, Criasom Instituto Cultural e Escola Estadual Geralda Otoni, além de lideranças locais e regionais. O Encontro conta também com o apoio do comércio local, de blogs, sites, rádios e jornais da região.

Mais informações pelo telefone (31)3409-4067, pelo email polojequitinhonhaufmg@gmail.com e pelo site do Polo.

Programação

Sábado, dia 1º
Painel de abertura: 
Acesso à comunicação e transformação social e cultural do Vale

Domingo, dia 2
Oficinas
1. Fotografia 
2. Mídias Sociais 
3. Projetos Culturais 
4. Stop Motion 
5. Vídeo
6. Web Jornalismo
7. Web Rádio

Segunda, dia 3
Grupos de discussão
1. Acesso aos meios, direito à comunicação
2. Dilemas Éticos
3. Espaço Público
4. Privacidade na web
5. Rádio: novos caminhos, públicos e formatos

Fonte: UFMG
Faça sua inscrição aqui



sexta-feira, 25 de janeiro de 2013

Comissão de Política, Planejamento e Gestão prepara congresso de agosto


A Comissão de Política, Planejamento e Gestão em Saúde, se reuniu nos diaS 16 e 17 de janeiro, em Belo Horizonte, para trabalhar na preparação do II Congresso Brasileiro de Política, Planejamento e Gestão em Saúde a ser realizado em agosto deste ano, na Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG). Na reunião foram definidos alguns dos temas que o congresso discutirá, assim como as comissões científica e organizadora local. A comissão aproveitou o encontro para definir e manter uma agenda de cooperação entre pesquisa e gestão, sempre visando reduzir as desigualdades em saúde no Brasil.

Durante a reunião, o presidente da Associação Brasileira de Saúde Coletiva - Abrasco, Luis Eugenio de Souza, foi recebido pelo Secretário de Saúde do Estado de Minas Gerais, Antônio Jorge de Souza Marques, e sua equipe, para confirmar o apoio que esta Secretaria dará ao evento de agosto. Participou do encontro a vice presidente da Abrasco, Dra Eli Iola Gurgel de Andrade, Departamento de Medicina Preventiva e Social da Faculdade de Medicina da UFMG.

Para o presidente da Abrasco a expectativa é fazer um II Congresso de alta qualidade acadêmica “Queremos fazer um evento que fortaleça a produção e a difusão de conhecimento científico acerca da política e da gestão da saúde, contribuindo para avançar o movimento da Reforma Sanitária a favor do SUS universal e igualitário, cuja implantação encontra forte oposição na crescente mercantilização da saúde", resume Luis Eugenio.

A Comissão tem caráter acadêmico e mantém ampliada a discussão que identifica as questões teóricas e metodológicas mais relevantes para o desenvolvimento da investigação na área. Também é objetivo desta Comissão da Abrasco estimular a aproximação entre os centros de produção científico-acadêmico e os gestores do SUS, num esforço comum de aprimoramento do sistema de saúde brasileiro.

O I Congresso Brasileiro de Política, Planejamento e Gestão em Saúde foi realizado em 2010, em Salvador – BA, em parceria com o ISC – Instituto de Saúde Coletiva da Universidade Federal da Bahia.

Fonte: Abrasco

quarta-feira, 21 de novembro de 2012

Arquivo de notícias: Seminário: “A cosmociência dos Guarani, Mbya e Kaiowa e o reconhecimento acadêmico de seus intelectuais.


Seminário: “A cosmociência dos Guarani, Mbya e Kaiowa e o reconhecimento acadêmico de seus intelectuais.

Dias 11 e 12 de dezembro de 2012
UFMG – Belo Horizonte
Conservatório da UFMG
Avenida Afonso Pena, 1534, Centro. BH-MG

Os estudos sobre os saberes dos povos indígenas constituem-se, hoje, em campo de crescente interesse na academia, por vários motivos. Em primeiro lugar, uma série de elementos de suas práticas e visões de mundo podem ser importantes aliados neste momento em que a humanidade se volta para uma reflexão sobre o modelo de desenvolvimento econômico, buscando a chamada sustentabilidade.

Igualmente importante é o fato de que a Constituição de 1988 impôs ao país o desafio de construir um novo modelo de cidadania, inclusiva em relação às diferenças. A diversidade cultural, neste novo paradigma nacional, há de ser valorizada, e a lei 11.645 de 2008 já apontou a necessidade de que o ensino sobre as culturas e histórias indígenas seja efetivamente integrado aos nossos currículos escolares. Só o maior conhecimento sobre as culturas indígenas trará maior respeito a esses povos que são importante elemento na formação de nossa nacionalidade.

Um elemento que se impõe nesses novos estudos sobre os saberes indígenas é a transdisciplinaridade. Tradicionalmente objetos de atenção da Antropologia, esses conhecimentos, em suas mais diversas formas e manifestações, hoje despertam interesse de áreas tão diversas como a Linguística, a Geografia, a História, a Biologia, a Música, a Literatura e várias outras. Em particular, há todo um feixe de conhecimentos ligados ao chamado xamanismo, que envolve campos tão diversos como a agricultura, os hábitos dos animais, a medicina, a botânica etc. Dentre os povos indígenas do país, os de línguas da família tupi-guarani se destacam em função não só do número de falantes, mas também por sua ampla distribuição no território. Particularmente, somados, os grupos falantes de guarani do litoral do Sudeste e do Sul (dialetos mbya e nhandeva) e os do Mato Grosso do Sul (dialetos kaiowa e nhandeva) chegam a mais de 50 mil pessoas, constituindo o que pode ser considerado o maior grupo indígena do país. Os Guarani têm, ainda, outra particularidade: estão concentrados no Centro-Sul do país, sendo, provavelmente, o grupo indígena que mais proximidade guarda com nossos maiores centros urbanos. Finalmente, possuem uma trajetória ligada a fatos significativos de nossa história, como a fundação e o crescimento de São Paulo, a exploração do Rio da Prata, as missões jesuíticas, as bandeiras paulistas, a Guerra do Paraguai, a Marcha para o Oeste, a construção de Itaipu etc. Por tudo isso é que, pensamos, se justifica uma atenção aos saberes guarani nhandeva, kaiowa, mbya, neste evento que ora propomos.

Segundo as palavras dos próprios guarani é a prática do conhecimento dos seus intelectuais, estas suas figuras eminentes que vimos traduzindo como “rezadores”, que sustenta e viabiliza a vida destes povos na terra.  Estes especialistas, verdadeiros intelectuais, que assumem funções centrais nestas sociedades, são, a um só tempo, grande filósofos, historiadores, curadores e mantenedores do equilíbrio social, cosmológico e ambiental dentro de seus grupos.

Mesas
Dia 11 – manhã
Abertura
Cerimônia realizada pelos especialistas Guarani, Mbya e Kaiowa.
Autoridades e intelectuais

Dia 11 – tarde
Ñande ypy. Origem do mundo.
Ñande ypy é um conceito guarani que inclui a origem dos seres e todas as coisas. Todos os suportes e estruturas do mundo são vinculados a estas origens.

Dia 12 – manhã
Ore ava reko e  ore rekoha. Nosso modo de ser e de viver no tempo-espaço.
Os comportamentos são para os povos guarani, kaiowa  e mbya, modos de existência indispensáveis, que significam estar em boa relação com os seres visíveis e invisíveis. Garantir a existência harmoniosa e equilibrada no tempo-espaço é o trabalho constante dos seus xamãs e intelectuais.

Dia 12 – tarde
Ore Aty Guasu, jeroky, tekorã. Palavras de ação.

A recepção, a transmissão e o consenso das palavras orientam as ações. Estar na terra e lutar pela terra é uma forma de ser solidário a ela, pois ela está sofrendo, assim como as pessoas. É uma forma de ajuda mútua, de reciprocidade com ypy. Com que tipos de atos e instrumentos é possível fazer este trabalho cotidiano que pertence aos intelectuais, xamãs e pensadores indígenas?

Dia 12 – noite
Encerramento: homenagem póstuma aos intelectuais Guarani, Mbya e kaiowa


quinta-feira, 15 de novembro de 2012

Observatório de iniciativas: Artesanato cooperativo do Pólo do Jequitinhonha / UFMG


ARTESANATO COOPERATIVO

O Projeto Artesanato Cooperativo nasceu da necessidade de um trabalho focado no incentivo da produção artesanal no Vale do Jequitinhonha. Trabalhando com a Área Temática “Economia da cultura e empreendimentos culturais autogestionários”, tem como objetivo fortalecer o associativismo entre os artesãos do Vale do Jequitinhonha, através de atividades de formação em mobilização social junto aos artesãos. As reuniões com as 22 cidades participantes são realizadas em três municípios pólo – Itaobim, Diamantina e Turmalina, escolhidos através de pesquisas, diagnósticos e ações já desenvolvidas pelo Programa Pólo de Integração da UFMG no Vale do Jequitinhonha. Foram estes mesmos documentos que possibilitaram identificar as demandas para o Projeto Artesanato Cooperativo: Fortalecimento do associativismo para o desenvolvimento da produção artesanal no Vale do Jequitinhonha.

Considerando que uma das grandes dificuldades do artesão é expor e vender sua produção o Programa criou, em 2000, através da parceria firmada com Prefeituras, associações microrregionais e com o apoio de outras instituições interessadas a Feira de Artesanato do Vale do Jequitinhonha na UFMG.

Sucesso de público e vendas, a feira acontece no início de todo mês de maio na Praça de Serviços do Campus Pampulha, e já está em sua décima edição. Sua realização permite ao artesão do Vale do Jequitinhonha divulgar e vender os seus trabalhos sem a necessidade de intermediários, promove o intercâmbio cultural entre a população do Vale e a Universidade e também gera renda que irá retornar ao município de origem do artesão, reaquecendo a economia local.

Além de unir forças com a DAC – Diretoria de Ação Cultural da UFMG – organizando os artesãos que participaram da 10ª Edição da Feira de Artesanato do Vale do Jequitinhonha na UFMG, o Projeto Artesanato Cooperativo utilizou as viagens realizadas ao Vale do Jequitinhonha para aprofundar um diagnóstico sobre as associações participantes. Um primeiro ato para fortalecer o caráter associativista do Vale do Jequitinhonha foi restringir a participação na Feira às associações de artesãos, favorecendo a união e a reintegração dos autônomos e dissidentes.

Após a realização da Feira, as ações do Projeto se focam no auxílio àquelas associações com maiores problemas. Clique para acessar a versão em pdf do Guia de Oportunidades para Associações e Artesãos.



sexta-feira, 26 de outubro de 2012

Integrantes da Rede Saúde e Cultura: Faculdade de Letras UFMG / Literaterras

Conheça as ações da Faculdade de Letras da UFMG para as comunidades indígenas e afro-descendentes

A Faculdade de Letras tem promovido atividades de pesquisa, ensino e extensão relacionadas com a tradução, edição e publicação de textos advindos de comunidades indígenas e afro-descendentes, através do Núcleo Literaterras e do Laboratório de Edição. Tais atividades contribuem para a formação profissional de estudantes de Letras, Educação Intercultural, Ciências Sociais, Comunicação, História, Belas Artes, Ciência da Informação, Música, Ciências Biológicas. 

O Bacharelado em Letras com ênfase em Edição, sobretudo, conta com as referidas atividades para que seus alunos pratiquem as várias etapas do processo editorial.

Textos escritos, imagens e sons, traduções a partir de diversas tradições orais, colocam em evidência línguas muitas vezes em risco de extinção e remanescentes lingüísticos.  Cantos, narrativas, rituais e festas, textualidades extra-ocidentais podem agora ser acessadas neste site, assim como informações sobre pesquisas e projetos editoriais.

Conheça mais e navegue nas publicações e pesquisas:

terça-feira, 11 de setembro de 2012

Integrantes da Rede Saúde e Cultura: Literaterras

Aconteceu no dia 09 de Setembro de 2012 o lançamento do Livro Vivo - Medicina Tradicional Huni Kuin, na Aldeia São Joaquim Centro de Memória, TI Baixo Rio Jordão - Acre

A realização é da Filmes de Quintal em parceria com a Faculdade de Letras da UFMG e o Literaterras, este último parceiro da Rede Saúde e Cultura de Minas Gerais.








terça-feira, 21 de agosto de 2012

Observatório de Iniciativas: Almanaque Ilustrado do Jequitinhonha

Almanaque Ilustrado do Jequitinhonha

O Almanaque Ilustrado do Jequitinhonha foi lançado em 2011, em três edições, pelo Programa Polo Jequitinhonha.

Recuperamos aqui, pelo valor de seu conteúdo, os links para os almanaques e o texto de seu lançamento.

Aproveitem!

A cultura de Minas Gerais, mais precisamente do Vale do Jequitinhonha, ganhou um livro próprio, o Almanaque Ilustrado Jequitinhonha, publicação lançada pela UFMG (Universidade Federal de Minas Gerais) que reúne causos, contos, lendas, poesias e curiosidades de diversas cidades do Vale. Os textos foram produzidos por integrantes do Programa Polo em parceria com professores e alunos da UFMG, além de figuras célebres da região, como o cantor e compositor Rubinho do Vale, Frei Chico, Boaventura Soares e o Grupo Feminino Itaobiense.

A ideia de produzir o Almanaque Ilustrado parte da iniciativa do Programa Polo Jequitinhonha de trabalhar o registro cultural das cidades do Vale, e reflete os conhecimentos adquiridos na região durante os 15 anos de atuação do programa. O objetivo é produzir três edições do Almanaque. A primeira traz curiosidades como a origem da Festa do Divino, realizada nos municípios do Alto Jequitinhonha; a história do Procurados, o evento musical que mudou os rumos da cultura do Vale durante a ditadura militar e deu origem ao Festivale; dicas para a vida, agricultura e saúde; além de uma fotonovela sobre o Bicho da Pedra Azul.

Inicialmente, a tiragem do Almanaque será de mil exemplares, que serão distribuídos durante o evento e em municípios do Vale do Jequitinhonha. Em breve o conteúdo da obra também estará disponível na Internet, no site do Programa Polo Jequitinhonha.


Confira aqui os links para o arquivo no Issu:

Observatório de Iniciativas: Pólo Jequitinhonha UFMG


PROGRAMA PÓLO 

O Programa Pólo de Integração da UFMG no Vale do Jequitinhonha foi criado em 1997 com o objetivo de articular as iniciativas da UFMG na região do Vale do Jequitinhonha. O Pólo Jequitinhonha é um programa de desenvolvimento regional vinculado às Pró-Reitorias de Pesquisa e Extensão que tem se mostrado eficaz e consistente na tentativa de reduzir a pobreza e promover o reconhecimento da cultura local. 


APRESENTAÇÃO

O Programa Pólo de Integração da UFMG no Vale do Jequitinhonha foi criado em 1996 com o objetivo de articular as iniciativas da UFMG na região do Vale do Jequitinhonha. O Pólo Jequitinhonha é um programa de desenvolvimento regional vinculado às Pró-Reitorias de Pesquisa e Extensão que tem se mostrado eficaz e consistente na tentativa de reduzir a pobreza e promover o reconhecimento da cultura local.

O Pólo age em parceria com a sociedade, em pequenas ações locais que se transformam em uma grande ação de promoção da riqueza material e cultural já existente no Vale. Essas ações são distribuídas em projetos executados pelas cinco grandes áreas do Pólo: Cultura, Desenvolvimento regional e geração de ocupação e renda, Educação, Meio ambiente e Saúde.

Os projetos do Pólo envolvem vários setores da Universidade e da sociedade. A UFMG e a população participam de ações de Ensino, Extensão e Pesquisa que pretendem beneficiar a região melhorando a saúde, mostrando a produção cultural, gerando mais empregos, capacitando trabalhadores e melhorando as condições de vida. 


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