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quarta-feira, 13 de fevereiro de 2013

Observatório de iniciativas - Rede Feminista de Saúde


A Rede Nacional Feminista de Saúde Direitos Sexuais e Direitos Reprodutivos é uma articulação política nacional do movimento de mulheres, feminista e antirracismo, fundada em 1991. Tem abrangência nacional, estando composta por 12 Regionais organizadas no Pará, Paraíba, Paraná, Pernambuco, Goiás, Bahia, Minas Gerais, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, São Paulo, Santa Catarina e Distrito Federal. A coordenação da Rede é realizada por um Conselho Diretor e uma Secretaria Executiva, que compõem o Colegiado. A Assembleia Geral é a instância maior de decisão.

É integrada por organizações não-governamentais, grupos feministas, pesquisadoras e grupos acadêmicos de pesquisa, conselhos e fóruns de direitos das mulheres, além de ativistas do movimento de mulheres e feministas, profissionais da saúde e outras que atuam no campo da saúde das mulheres, direitos sexuais e direitos reprodutivos. Está presente em cerca de 30 instâncias nacionais, governamentais e não-governamentais, que incidem sobre as políticas públicas de saúde. Integra relatorias nacionais e internacionais de saúde e direitos humanos das mulheres. 

Desde a sua criação, a metodologia de trabalho da Rede Feminista vem envolvendo ações e incidência política junto às diferentes instâncias públicas do país visando garantir o acesso e assistência à saúde integral das mulheres e assegurar os direitos sexuais e reprodutivos como direitos humanos das mulheres. O advocacy e o controle social na área da saúde, enfatizando a perspectiva feminista, se revelam prioritários no trabalho da Entidade.

Coordena a Comissão Intersetorial de Saúde da Mulher do Conselho Nacional de Saúde – CNS, integra a Comissão Executiva de Monitoramento do Pacto Nacional pela Redução da Mortalidade Materna e Neonatal, tem assento no Conselho Nacional dos Direitos da Mulher e no Conselho do Observatório Brasil de Igualdade de Gênero, é uma das redes parceiras do projeto Observatório pela Aplicação da Lei Maria da Penha. Integra a Coordenação da Plataforma Brasileira de Direitos Humanos, Econômicos, Sociais, Culturais e Ambientais – Plataforma DhESCA/Brasil e a titularidade da Relatoria Nacional do Direito Humano à Saúde. Tem assento na Comissão Nacional de Morte Materna e na Comissão de Articulação dos Movimentos Sociais.

A Rede Feminista é fundadora e faz parte das Jornadas Brasileiras pelo Aborto Legal e Seguro e da Frente Nacional pelo Fim da Criminalização das Mulheres e pela Legalização do Aborto. É Ponto Focal da Campanha 28 de Setembro Pela Descriminalização do Aborto na América Latina e no Caribe. Coordena no Brasil a Aliança Nacional pela Campanha Por uma Convenção Interamericana dos Direitos Sexuais e Direitos Reprodutivos e participa da Articulação Mulher e Mídia, da Aliança de Controle do Tabagismo, da Plataforma dos Movimentos Sociais pela Reforma Política, entre outras articulações.

A Organização tem reafirmado, ao longo destes anos, seu compromisso de defesa da saúde integral das mulheres e dos seus direitos sexuais e reprodutivos e do Sistema Único de Saúde público, universal e de qualidade, acessível a todas as mulheres. É filiada à Rede de Saúde das Mulheres Latinoamericanas e do Caribe – RSMLAC e à Rede Mundial de Mulheres pelos Direitos Reprodutivos.

A ação política da Rede Feminista de Saúde está fundada nos seguintes princípios:

• Fortalecimento dos movimentos feminista e de mulheres no âmbito local, regional, nacional e internacional, em torno da saúde e dos direitos sexuais e direitos reprodutivos;
• Reconhecimento dos direitos sexuais e reprodutivos como direitos humanos;
• Reconhecimento da violência sexual, racial e doméstica como violações dos direitos humanos;
• Defesa da implantação e da implementação de ações integrais de saúde da mulher, no âmbito do Sistema Único de Saúde;
• Legalização do aborto, cuja realização é decisão que deve competir à mulher como direito.

Conheça mais sobre a Rede Feminista de Saúde em http://www.redesaude.org.br/home/

terça-feira, 12 de fevereiro de 2013

Observatório de Iniciativas - Articulação dos Povos Indígenas do Brasil - APIB


O que é a APIB?

A Articulação dos Povos Indígenas do Brasil – APIB é uma instância de aglutinação e referência nacional do movimento indígena no Brasil, que nasceu com o propósito de:- fortalecer a união dos povos indígenas, a articulação entre as diferentes regiões e organizações indígenas do país;- unificar as lutas dos povos indígenas, a pauta de reivindicações e demandas e a política do movimento indígena;- mobilizar os povos e organizações indígenas do país contra as ameaças e agressões aos direitos indígenas.

A Criação

A APIB foi criada pelo Acampamento Terra Livre (ATL) de 2005, a mobilização nacional que é realizado todo ano, a partir de 2004, para tornar visível a situação dos direitos indígenas e reivindicar do Estado brasileiro o atendimento das demandas e reivindicações dos povos indígenas.

Organizações

Fazem parte da APIB as seguintes organizações indígenas regionais: Articulação dos Povos Indígenas do Nordeste, Minas Gerais e Espírito Santo (APOINME), Articulação dos Povos Indígenas do Pantanal e Região (ARPIPAN), Articulação dos Povos Indígenas do Sudeste (ARPINSUDESTE), Articulação dos Povos Indígenas do Sul (ARPINSUL), Grande Assembléia do povo Guarani (ATY GUASSÚ) e Coordenação das Organizações Indígenas da Amazônia Brasileira (COIAB).

Missão

Promoção e defesa dos direitos indígenas, a partir da articulação e união entre os povos e organizações indígenas das distintas regiões do país.

Objetivos

→ Promover mobilizações e a articulação permanente do Movimento Indígena, nas diferentes regiões e em nível nacional.

→ Formular e implementar um Programa de Formação de lideranças e organizações indígenas.

→ Avaliar e incidir na construção e implementação de Políticas Públicas específicas e diferenciadas voltadas aos povos indígenas, nas distintas áreas de seu interesse: saúde, educação, terras, meio ambiente, legislação, sustentabilidade, direitos humanos e participação e controle social.

→ Desenvolver um Programa de informação e comunicação sobre a realidade dos direitos indígenas, junto às bases do movimento indígena, o Estado e a opinião pública nacional e internacional.

→ Construir e fortalecer alianças com o movimento indígena internacional e outros movimentos sociais, bem como parcerias com instituições e redes de solidariedade e apoio às causas sociais, principalmente a dos povos indígenas.

→ Garantir a infra-estrutura institucional e organizacional bem como a manutenção da equipe política e técnica necessárias para a implementação do plano de ação da APIB.

Demandas

O movimento indígena articulado pela APIB reivindica do Estado Brasileiro o atendimento das seguintes demandas:

→ Demarcação, desintrusão e proteção das terras indígenas.

→ Legislação Indigenista:
     - Aprovação do Novo Estatuto dos Povos Indígenas;
     - Aprovação do Projeto de Lei que cria o Conselho Nacional de Política Indigenista (CNPI);
    - Rejeição de iniciativas legislativas antiindígenas (PL`s, PEC`s), que buscam reverter os direitos assegurados pela Constituição Federal de 1988.
  - Aplicação da Convenção 169 da Organização Internacional do Trabalho (OIT) e da Declaração da ONU sobre os direitos dos Povos Indígenas, que asseguram o direito à consulta livre, prévia e informada sobre quaisquer assuntos que nos afeta.

→ Justiça: fim da violência e criminalização contra lideranças e comunidades indígenas, em decorrência da luta pela terra.

→ Saúde indígena:
     - Criação da Secretaria Especial de Saúde Indígena.
   - Reconhecimento e formação das categorias de Agentes Indígenas de Saúde (AIS) e  Agentes Indígenas de Saneamento (AISAN);
   - Efetivação da autonomia política, administrativa e financeira dos Distritos Sanitários Especiais Indígenas (DSEI`s);

→ Educação Escolar Indígena: educação diferenciada, ensino fundamental e médio completo e de qualidade, ensino profissionalizante, acesso ao ensino superior, com programas especiais e cursos voltados a atender as necessidades dos povos indígenas

→ Gestão territorial e sustentabilidade: consolidação e implementação da Política Nacional de Gestão Ambiental em Terras Indígenas (PNGATI).

→ Participação e controle social: participação paritária nas distintas instâncias governamentais (comissões, conselhos e grupos de trabalho) que discutem e norteiam a implementação de políticas públicas voltadas aos povos indígenas.

Estrutura 
→  Acampamento Terra Livre
A instância superior da APIB é o Acampamento Terra Livre (ATL), a maior mobilização indígena nacional, que reúne todo ano, na esplanada dos ministérios, em Brasília-DF, a capital do Brasil, mais de 1000 lideranças de todas as regiões do país, sob coordenação dos dirigentes das organizações indígenas regionais que compõem APIB.O ATL permite o intercâmbio de realidades e experiências tão distintas, a identificação dos problemas comuns, a definição das principais demandas e reivindicações, e a deliberação sobre os eixos programáticos e ações prioritárias da APIB.

→ Fórum Nacional de Lideranças Indígenas / Organizações indígenas regionais. 
Para viabilizar as deliberações e encaminhamentos do Acampamento Terra Livre, os dirigentes das organizações de base da APIB, aproximadamente 40 líderes, constituem o Fórum Nacional de Lideranças Indígenas (FNLI) que se reúne duas vezes por ano, com o objetivo de avaliar e definir o plano de ação da APIB.

→ Comissão Nacional Permanente (CNP) da APIB
A execução do plano de ação da APIB é de responsabilidade de uma Comissão Nacional Permanente (CNP) estabelecida em Brasília-DF, constituída por representantes das organizações indígenas regionais que compõem a APIB.O Plano de ação consiste numa série de ações que buscam efetivar a missão, os objetivos estratégicos e as demandas centrais da organização, tais como:- Mobilização Indígena Nacional (Acampamento Terra Livre);
    - mobilizações e ações indígenas em nível local e regional;
   - seminários temáticos e cursos de formação e capacitação de lideranças e organizações indígenas;
   - reuniões do Fórum Nacional de Lideranças Indígenas (FNLI);
   - ações de intercambio e solidariedade entre as regiões;
   - reuniões do Fórum em Defesa dos Direitos Indígenas (FDDI);
 - participação de iniciativas de articulação e mobilização do movimento indígena internacional, principalmente latino-americano;
 - participação de eventos internacionais promovidos no âmbito da Organização das  Nações Unidas (ONU), tais como o Fórum Permanente sobre questões indígenas;
 - ampliação e fortalecimento das alianças com outros segmentos e movimentos sociais;
 - articulações e monitoramento das ações dos poderes Legislativo e Judiciário;
 - participação de instâncias governamentais  e não governamentais que discutem os direitos indígenas.

Equipe

A Comissão Nacional Permanente conta com uma equipe de apoio composta, pelo momento, por um Secretário Administrativo, um auxiliar administrativo e financeiro, um assessor técnico e um assessor de comunicação. As demandas e a necessidade de um trabalho qualificado pautam a composição de este quadro de apoiadores.Enquanto a APIB não conta com um assessor administrativo e financeiro, o suporte nesta área é oferecido pelo Centro Indígena de Estudos e Pesquisas (CINEP), uma entidade meramente técnica criada pelo próprio movimento indígena.

Fonte: APIB

quarta-feira, 30 de janeiro de 2013

Cebes celebra a criação da Aliança Latino-Americana para a Saúde Global


Cebes (Centro Brasileiro de Estudos em Saúde) celebra a criação da Aliança Latino-Americana para a Saúde Global

Atualmente, há um movimento de globalização da saúde através do qual as nações transferem seus recursos para além dos seus próprios interesses e territórios. Tal movimentação reflete o reconhecimento da existência de riscos comuns e a valorização da colaboração multinacional que busca a saúde e o bem-estar em todo o mundo.

Neste contexto, a abordagem à saúde global é um processo emergente na América Latina, que fornece ferramentas úteis para tratar das desigualdades, semelhanças, sinergias e interesses comuns dos povos.

Com essa perspectiva, o Centro Brasileiro de Estudo de Saúde (Cebes) celebra a criação da Aliança Latino-Americana para a Saúde Global (Alasag), uma rede colaborativa com a missão de promover a abordagem global de saúde no ensino, formação, investigação, parceria e cooperação técnica na América Latina e no Caribe através da colaboração entre diversas entidades.

Estabelecida durante o primeiro Congresso Mundial de Saúde latino-americano e do Caribe, realizado em abril de 2010, no México, mas constituída no ano de 2013, a Aliança realizará seu trabalho tendo a saúde como um bem público global, com consciência de justiça social e de direito universal, centrada na igualdade, ética e respeito pelos direitos humanos.

Confira a ata de criação da Aliança e demais documentos importantes, abaixo.


Fonte: Cebes

terça-feira, 18 de dezembro de 2012

Atuação brasileira é poderoso paradigma na cooperação sul-sul em saúde, diz representante da Opas/OMS no Brasil


Generosidade ao compartilhar experiência e papel ativo na construção de agendas são alguns dos aspectos da cooperação sul-sul do Brasil em saúde

Opas/OMS BR
“A concepção e as recentes experiências brasileiras de cooperação estruturante em saúde são um poderoso paradigma de cooperação Sul-Sul”, afirmou o representante da Opas/OMS no Brasil Joaquim Molina, durante aula ministrada no Curso de Mestrado Profissional em Saúde Global e Diplomacia da Saúde, no último dia 9, na FIOCRUZ Brasília. O cubano foi um dos convidados para falar sobre o tema “A cooperação sul-sul brasileira em saúde com a América Latina”.

Segundo Molina, o conceito da cooperação sul-sul é mais maduro, pois prioriza o intercâmbio sustentável de ideias, experiências, conhecimentos científicos, operacionais e da aprendizagem, e tem como atributos o diálogo político, investimentos, intercâmbio de tecnologia, redes, promoção da equidade e da sustentabilidade. 

Ao falar especificamente sobre a cooperação internacional brasileira, Molina destacou que ela expressa solidariedade entre países, e é um fator de desenvolvimento social e tecnológico. E que, ao abandonar o modelo tradicional de transferência de conhecimento e tecnologia, passivo e unidirecional, mobiliza em cada país as capacidades e recursos endógenos – que se origina por fatores internos -, possibilitando, assim, integrar o desenvolvimento de recursos humanos com construção de capacidades para o desenvolvimento.

Molina listou aspectos da cooperação brasileira sul-sul em saúde tais como: generosidade ao compartilhar experiências, papel ativo na construção de agendas de cooperação em temas estratégicos para a saúde regional e global, liderança e participação relevante de brasileiros em foros, assembleias e conselhos de organizações internacionais, prática em espaço geográfico e cultural definido.

O representante da Opas ainda apresentou dados da AISA - Assessoria de Assuntos Internacionais de Saúde do Ministério da Saúde que mostram ser a América Latina o foco principal do governo brasileiro na cooperação em saúde: 50% dos recursos é direcionada para a América do Sul, 30% para a América Central e 20% para o Caribe. Em 2012, os principais temas dos projetos de cooperação foram banco de leite, vigilância sanitária, HIV/AIDS e fortalecimento dos serviços de saúde.

O caso do Haiti foi citado como exemplo exitoso da cooperação sul-sul. É um projeto tripartite firmado entre os ministérios da Saúde do Brasil, de Cuba e do Haiti que tem por objetivo fortalecer o sistema de saúde haitiano tendo por base a atenção primária e a cobertura universal em saúde. O Brasil se responsabiliza pela maior parte dos recursos financeiros (US$ 61,5 milhões é o que o governo brasileiro vai investir) enquanto as Brigadas Cubanas contribuem com sua expertise técnica e recursos humanos.  Para fortalecer a rede pública, estão em construção três hospitais, dois laboratórios de saúde pública, e o Instituto Haitiano de Reabilitação. Até o final de 2013, estarão treinados mil agentes comunitários de saúde, 500 trabalhadores em saúde ambiental e 500 auxiliares de enfermagem. Está em operação ainda uma força tarefa para apoiar e fortalecer o programa de imunização.

Projetos de cooperação, a cargo da Fiocruz, foram citados como exitosos.  Um deles resultou na implantação de um complexo industrial em Moçambique, na África, que vai produzir 21 tipos de medicamentos para HIV/AIDS, e em dois anos poderá atender toda África ao sul do deserto de Saara. Outro exemplo é o da plataforma ePORTUGUESE, que promove o desenvolvimento da Biblioteca Virtual em Saúde, apoia  a disseminação da versão portuguesa dos Baús Azuis da OMS em áreas rurais e distantes, capacitação e desenvolvimento de trabalhadores de saúde e  promove e facilita a interação entre instituições, por meio de formação de redes.  

Publicado em 13 de novembro de 2012

 Fonte: Portal Fiocruz

segunda-feira, 26 de novembro de 2012

I Conexão Internacional Saúde e (Ciber) Cultura - Práticas e ações culturais nas Redes



A "I Conexão Internacional de Saúde e (Ciber) Cultura" é um dos três eventos que compõem a Semana Nacional Ciência, Cultura e Saúde, e se realizará entre os dias 11 de novembro e 5 de dezembro. A parte  presencial da Semana se realizará entre os dias 3 e 5 de dezembro. Mas a Atividade na Internet já começou.


Objetivo
A "I Conexão Internacional de Saúde e (Ciber) Cultura" terá como tema central "Práticas e ações culturais nas Redes" e tem como objetivo mapear, registrar e discutir as atividades culturais relacionadas à Saúde no Brasil e no Mundo que foram, de alguma forma, registradas, divulgadas ou armazenadas na Internet.

Este evento é diferente dos típicos eventos acadêmicos, e abre espaço para outros tipos de saberes. Pretende dar voz e demonstrar um espírito contestador, dinâmico, criativo e reflexivo da cultura e da internet. A "I Conexão Internacional Saúde e (Ciber) Cultura foi criada no intuito de fortalecer os diversos tipos de produções possibilitados e disponibilizados pela, e na, WEB 2.0. Mais do que um evento acadêmico, será um evento de experimentação, de mudanças de paradigmas, um evento para o internauta ligado nessa temática e pessoas que atuam na área.


Público Alvo
É destinado a quem produz, cria, pesquisa, divulga, filtra, ensina, aprende, se expressa e está conectado, enfim, se interessa na geração de atividades culturais na Internet relacionadas à Saúde e ao bem estar social.

Serão válidas as participações e submissões de produções de ciberativistas, artistas, designers, pesquisadores, curadores, curiosos, profissionais de saúde, gestores, todo aquele que colabora ou pretende colaborar com com novas práticas culturais na Saúde.


Submissões
Serão aceitas produções próprias, artigos, publicações eletrônicas, mídias (audio, vídeo, animações, fotografia ou desenho digital), blogs, redes, etc.

Também serão aceitas indicações de produções de terceiros, desde que citadas corretamente a fonte e a autoria, ou seja, qualquer um que encontre algum material que considere relevante para contribuir neste evento pode inscrever o trabalho de terceiro a título de "curadoria de material cibercultural".

Uma vez inscrito, os trabalhos serão agrupados e organizados de modo a viabilizar a sua discussáo através de comentários no site do congresso.


Prazo das Inscrições/Submissões
As Inscrições/Submissões serão abertas no dia 05/11/2012 e a data limite do envio das submissões será no dia 03/12/2012 às 23:59:59 h em Brasília, no Horário Brasileiro de Verão.

O evento será aberto ao público para comentários, críticas e debates no dia 19/11/2012
Clique aqui e envie um trabalho.

Certificados
Serão emitidos certificados eletrônicos de participação e de inscrição.


e-Mesa Redonda
Oportunamente será divulgada a realização de e-mesas redondas e composição dos convidados onde serão debatidas as questões da Ciber(cultura) na Saúde.

Increva-se já!

Vamos aprender, debater e colaborar, mostre sua contribuição para a cultura e para a saúde no Brasil e no Mundo.

Conheça mais: 



Arquivo de notícias: Seminário - Educação Popular: Saberes e Empoderamento das Classes Populares


Seminário - Educação Popular: Saberes e Empoderamento das Classes Populares 

1º de dezembro. O Instituto Brasileiro de Desenvolvimento - Ibrades e o CCB promovem o Seminário “Educação Popular: Saberes e Empoderamento das Classes Populares”.

O seminário tem como objetivo discutir a importância da construção de redes como instrumento de empoderamento dos movimentos populares. A programação inclui oficinas temáticas e debates. Além disso, promoverá o espaço para a partilha de experiências e de saberes.

O seminário será também um momento de reencontro dos alunos que participaram do “Curso de Formação de Educadores Populares”, curso que o Ibrades promove anualmente, desde 2002.


Veja a programação das oficinas:



Mais informações:
(61) 3426 0400 / 34260413 ou pelo e-mail ibrades@ccbnet.org.br

Programação:
8h — Início com o café da manhã
8h30 — Mística de acolhida
9h — Composição da mesa "A importância da construção de redes para o empoderamento entre os movimentos populares"
12h30 — Almoço
14h—Oficinas Tecendo Saberes experimentando sabores
16h15 — Lanche
16h30 — Síntese das Oficinas
17h30 — Abordagem final "A importância da manutenção e continuidade da articulação em redes"
19h — Apresentação Cultural "Espaço Imaginário — TEATRO DE BONECOS"


quinta-feira, 25 de outubro de 2012

Publicações: Dossiê - História Oral, memória e patrimônio

História Oral - estudos e novas colaborações
Já indicamos anteriormente a visita à Rede Café História e nos passeios por ela nos deparamos com a publicação Dossiê - História Oral, memória e patrimônio.

Compartilhamos abaixo os links para download e a fonte de onde retiramos a informação. A revista com esta publicação é mantida pela ABHO - Associação Brasileira de História Oral, sem fins lucrativos, que está também chamando para nova publicação do mesmo tema.

Confira aqui a pubilcação de 2011, Dossiê - História Oral, memória e patrimônio:

v. 1, n. 14 (2011)

Dossiê - História oral, memória e patrimônio

Apresentação - Benito Bisso Schmidt   

Dossiê
Ruínas industriais e memória em uma “favela fabril” carioca - Mariana Cavalcanti, Paulo Fontes   
Multimídia

Resenhas
MAGALHÃES, Valéria Barbosa; SANTHIAGO, Ricardo (Org.). Memória e diálogo: escutas da Zona Leste, visões sobre a história oral - André Bortolazzo Correr   
 


 Confira aqui as condições para envio de material para a publicação a ser realizada, Dossiê Diversidade Étnica e Fontes Orais:

Dossiê Diversidade Étnica e Fontes Orais

A Revista História Oral, periódico da Associação Brasileira de História Oral, convida o/as pesquisadore/as interessado/as a enviarem contribuições para o Dossiê Diversidade Étnica e Fontes Orais. A diversidade étnica das sociedades contemporâneas, que se traduz em pluralismo sociocultural, tem sido pouco considerada em políticas públicas, no senso comum e até mesmo em estudos acadêmicos. Em certas situações, esta diversidade tem sido equiparada à desigualdade, dentro de uma lógica que associa diferença à inferioridade, numa relação marcadamente assimétrica. O presente dossiê abre espaço para contribuições que permitam avançar no entendimento do “diferente” como problema para o conhecimento histórico e que explorem, a partir das fontes orais, a questão da diversidade étnica.



quarta-feira, 24 de outubro de 2012

Observatório de iniciativas: Café História

No Observatório de iniciativas de hoje recomendamos a leitura e o passei pelo site Café História, que traz contribuições, interpretações e discussões a respeito da História e seu estudo.

O site é um agregador de informações e portal para uma rede social de pesquisadores. Confira abaixo o texto 'quem somos', retirado da própria plataforma:

Quem Somos

O Café História é uma rede social online fundada em 18 de janeiro de 2008 pelo jornalista e historiador Bruno Leal. É voltada para estudantes, professores, pesquisadores e para todos aqueles que acreditam que estudar e discutir história é o maior barato. Todo o conteúdo do site é aberto. O internauta não precisa fazer nenhum cadastro para acessar textos, vídeos ou fóruns. É tudo livre e gratuito. Porém, se optar por fazer o cadastro (que é simples e leva 30 segundos), o internauta pode editar uma página pessoal, adicionar e comentar conteúdos (fóruns, grupos de estudo, eventos, etc.), participar de discussões, publicar seu próprio blog, receber atualizações por e-mail e trocar mensagens com outros participantes da rede.

Conteúdos, Perfil dos Leitores e Objetivos

Por falar em conteúdos, a coisa funciona de uma forma bem simples. A maior parte dos conteúdos é adicionada pelos próprios participantes. É o que faz de nós uma rede colaborativa. Quem tem cadastro na rede pode enviar vídeos e fotos, criar grupos de estudos, publicar textos em blogs individuais e participar de discussões em fóruns. Já a outra parte do conteúdo é de autoria da administração do Café História ou de seus colaboradores convidados: entrevistas, resenhas, notícias, artigos e reportagens. Desta forma, somos uma mistura de rede social com portal.

Nossos participantes são em geral graduados em história e professores de história. Temos como norte discussões historiográfica, mas não somos uma rede acadêmica no sentido literal. Recebemos qualquer pessoa que goste de história e que esteja disposta a aprender e a compartilhar conhecimentos.

O Café História possui três objetivos principais: divulgar história para o grande público; criar um espaço público e democrático para discussão de história, e, finalmente, criar um repositório de conteúdos de história.

Gostou? Então, clique aqui e associe-se.

Teremos prazer em recebe-lo(a) na rede!

Rede Social Café História


Saiba mais, associe-se, acompanhe as discussões pelo endereço:



quarta-feira, 10 de outubro de 2012

Arquivo de Notícias: Primeira rede do mundo sobre saúde mental integrativa melhorará resultados dos pacientes

A International Network of Integrative Mental Health (INIMH) une especialistas em saúde mental, incluindo médicos, psicólogos, outros profissionais de saúde e acadêmicos que são apaixonados por melhorar os resultados da saúde mental de pacientes que combinam medicina complementar e convencional. Foi criada para ser um recurso para os profissionais de saúde mental, pesquisadores e o público em geral sobre a prática de saúde mental integrada.

Criada em 2010, por 16 pioneiros na saúde mental do mundo todo, a INIMH tem, agora, uma cúpula de aproximadamente 24 profissionais da saúde com experiência em saúde mental integrativa.

Para ver o release completo, acesse: http://www.prnewswire.com/news-releases/worlds-first-network-on-integrative-mental-health-to-improve-patient-outcomes-173120621.html

FONTE: International Network of Integrative Mental Health (INIMH)

quinta-feira, 27 de setembro de 2012

Arquivo de notícias: Encontro Funarte de Políticas para as Artes


Encontro Funarte de Políticas para as Artes
 
A Funarte apresenta a segunda edição do Encontro Funarte de Políticas para as Artes, que se realiza entre os dias 12 a 14 de novembro de 2012.

Com o objetivo de aprofundar o debate sobre as políticas públicas na área da cultura e, ao mesmo tempo, compartilhar experiências nos diversos segmentos artísticos, o II Encontro Funarte tem como tema as “Interações Estéticas em Rede”.

Como na primeira edição, o evento abre espaço também para a divulgação de trabalhos teóricos e práticos, divididos em três eixos temáticos: criação e experimentação; acesso, difusão e mediação; e memória e preservação.

As inscrições para apresentação de trabalhos estarão abertas a partir de 3 de setembro. Poderão participar estudantes em nível de graduação, pós-graduação (mestrado e doutorado), pesquisadores (mestres e doutores), gestores de políticas públicas e professores, agentes ou produtores culturais. O prazo para envio de trabalhos é 3 de outubro.

Para participar como ouvinte também é preciso se inscrever, entre os dias 3 e 26 de outubro. O encontro é aberto a todos que tenham interesse no assunto. As inscrições são gratuitas e as vagas limitadas. Aqueles que tiverem pelo menos 75% de frequência no evento vão receber certificado de participação.

Saiba como se inscrever

Inscrições online

Fonte: Funarte
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