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quarta-feira, 28 de maio de 2014

Dia Internacional de Luta Pela Saúde da Mulher e o Dia Nacional de Redução da Mortalidade Materna

Hoje, 28 de maio, é a data que marca o Dia Internacional de Luta Pela Saúde da Mulher e o Dia Nacional de Redução da Mortalidade Materna. O principal objetivo é chamar a atenção da sociedade brasileira para o problema das mortes maternas e ampliar o debate público sobre os direitos das mulheres.
Usem suas redes sociais para dar visibilidade a esse problema sério, que mata diariamente cerca de 800 mulheres no mundo.
Utilizem a hashtag ‪#‎mortematernanão‬ e compartilhem informações, casos, dados, sobre o tema. Mobilize-se!



domingo, 30 de setembro de 2012

Arquivo de Notícias: Após gravidez de esposa, cientista cria 'ultrassom popular'

Após gravidez de esposa, cientista cria 'ultrassom popular'
 
 Um engenheiro da Universidade de Newcastle, na Grã-Bretanha, desenvolveu uma máquina de ultrassom de baixo custo inspirado pela gravidez de sua esposa.

O pequeno aparelho - que tem o tamanho de um mouse - pode ser conectado via USB a qualquer computador ou laptop para mostrar imagens do feto na barriga da mãe.
 
Com um custo de fabricação de 30 a 40 libras (entre R$ 98 e R$ 130), o ultrassom portátil é muito mais barato do que as máquinas tradicionais, que chegam a custar entre 20 mil e 100 mil libras.

Mas para o engenheiro eletrônico Jeff Neasham, tudo começou com a primeira gravidez de sua esposa.

"Eu estava sentando com minha mulher vendo nosso bebê na tela e percebemos o quão privilegiados éramos, por ter acesso a esse tipo de cuidado", diz ele.

"Foi minha mulher que sugeriu que eu podia aplicar meu conhecimento de pesquisas com sonar para fazer com que isso fosse mais acessível."

Neasham e seu parceiro na pesquisa, Dave Graham, "trataram o assunto como um desafio de engenharia interessante" e usaram as tecnologias mais baratas possíveis para produzir uma "imagem útil".
 

"Custo baixo foi a chave. O objetivo era criar um aparelho que pudesse ser produzido a um custo semelhante ao dos aparelhos Doppler manuais (que monitoram os batimentos cardíacos do feto), usados pela maioria das parteiras", afirmou o engenheiro.

"Não é fácil se você considerar que um ultrassom de 20 mil libras é geralmente considerado de baixo custo."

Ele disse que sua máquina pode mostrar se o bebê está mal posicionado no útero, mas que as imagens ainda não são claras o suficiente para mostrar o sexo.

"Ainda não estamos no estágio de poder chegar à qualidade de imagem de um scanner de ponta, mas estamos chegando cada vez mais perto."

A Universidade de Newcastle anunciou que está procurando colaborações com empresas e indústrias para começar a comercializar o aparelho.

Fonte: BBC News

segunda-feira, 6 de agosto de 2012

Arquivo de Notícias: Marcha do Parto Humanizado - Rio de Janeiro

O parto humanizado é a luta de centenas de mulheres que saíram em marcha no último dia 05 de Agosto, em várias cidades brasileiras.

Pelo direito ao respeito às escolhas das mulheres em relação ao seu corpo e seu parto, compartilhamos aqui uma imagem da marcha do Rio de Janeiro.



Fotografia da Marcha do Parto Humanizado - Rio de Janeiro - 05/08/2012

Disponibilizada por Fernanda Sousa, pelo facebook.
http://www.facebook.com/fefasousa

Arquivo de Notícias - Mulheres e entidades em defesa do parto humanizado promovem marcha no Rio


Decisão do Cremerj foi anulada pela Justiça no último dia 30 mediante ação do Conselho Regional de Enfermagem do Rio de Janeiro

Entidades em defesa do parto humanizado e dos direitos reprodutivos das mulheres promoveram uma marcha na orla de Ipanema (Foto: Tânia Rêgo/ABr )

Em protesto à proibição de acompanhantes profissinais (obstetrizes, doulas e parteiras) em hospitais e maternidades, mulheres e integrantes de entidades em defesa do parto humanizado promoveram uma marcha de protesto em Ipanema, zona sul do Rio de Janeiro, na manhã desta segunda-feira (6).  

A jornalista Ellen Paes, uma das organizadoras da passeata, explicou que a proposta surgiu após as duas resoluções do Conselho Regional de Medicina do Rio de Janiro (Cremerj), que além de proibir a atuação dessas profissionais ameaça punir obstetras que acompanhassem partos domiciliares. 

“Eu e mais sete meninas, todas mães, nos conhecemos pela internet e indignadas com a resolução do Cremerj resolvemos nos unir com outras mães de outras cidades para protestar contra esse sistema obstétrico brasileiro mercantilizado”, disse Ellen Paes.

A manifestação estava programada para ocorrer simultaneamente em outras 23 cidades, entre elas Recife, Fortaleza, João Pessoa, Salvador e São Paulo.

Mãe e filha protestam pelo direito ao parto humanizado (Foto: Tânia Rêgo/ABr )

O Conselho Regional de Enfermagem do Rio de Janeiro (Coren - RJ) entrou com uma ação civil pública para anular a decisão do Cremerj e ela foi aceita pela Justiça no dia 30. O Cremerj já avisou que vai recorrer. De acordo com a entidade, as resoluções do conselho visam a proteger mães e bebês e oferecer as melhores condições de segurança para o parto.

O Brasil ocupa a primeira colocação mundial em realização de cesarianas, que corresponde a 52% dos partos, sendo 80% em hospitais privados. O máximo recomendado pela Organização Mundial da Saúde é 15%.
Debate

“Inicialmente, salta aos olhos a incompatibilidade entre as resoluções Cremerj nº 265 e 266, e o tratamento dado à matéria pelos diplomar normativos federais. Em termos práticos, as resoluções terminam por dificultar, senão inviabilizar, o exercício da atividade de parteiras, portanto ao mesmo tempo em que proíbem a atuação de médicos em partos domiciliares, com exceção das situações de emergência, também vedam a participação das aludidas profissionais em partos hospitalares”, declarou o juiz federal substituto Gustavo Arruda Macedo, da 2ª. Vara Federal  em sua decisão.

O juiz também afirma que “ a vedação à participação de médicos em partos domiciliares, ao que tudo indica, trará consideráveis repercussões ao direito fundamental à saúde, dever do Estado, porquanto a falta de hospitais fora dos grandes centros urbanos, muitas vezes suprida por procedimentos domiciliares, nos quais é indispensável a possibilidade de participação do profissional de medicina, sem que sobre ele recaia a pecha de infrator da ética médica”. 

Marcha estava programada para ocorrer simultaneamente em outras 23 cidades (Foto: Tânia Rêgo/ABr )

Fonte: Época

sábado, 30 de junho de 2012

Arquivo de notícias - Parteiras querem ser reconhecidas como patrimônio imaterial do país


Depois da roda de capoeira, do acarajé baiano e do toque dos sinos de Minas Gerais, chegou a vez de os chás, as rezas e as massagens que servem de pano de fundo para muita gente chegar ao mundo se tornarem patrimônio nacional.

É que a ONG Instituto Nômades encaminhou ao Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) um inventário e uma solicitação do registro do ofício da parteira tradicional como bem cultural de natureza imaterial.

“A maioria das parteiras é idosa e o saber acumulado por elas encontra-se sob ameaça de desaparecimento diante de um contexto que inclui a oralidade desse saber, o desinteresse das novas gerações pelo ofício e a pouca valorização da profissão em nossa sociedade”, afirma Júlia Morim, antropóloga do Instituto Nômades. “Partejar não é só retirar o bebê. Precisamos preservar esse saber coletivo que reforça a identidade de um povo.”

Apesar de não haver uma estatística oficial, estima-se que sejam realizados 40 mil partos domiciliares no País ao ano, a maioria deles assistida por parteiras tradicionais das Regiões Norte e Nordeste. Para fazer o inventário, a ONG localizou e entrevistou 165 parteiras das 871 residentes no Estado de Pernambuco.

Maria Fernanda da Silva, de 39 anos, é uma delas. Vive em Caruaru (PE) e herdou o ofício da mãe. Como a maioria das parteiras, fez o primeiro parto na adolescência e no susto.

Ela tinha 16 anos, quando uma “paciente” de sua mãe chegou prestes a dar à luz. Na ausência da mãe, assumiu a tarefa. “Eu já era ajudante, virei a parteira. Com direito a acompanhar a dilatação, pegar o menino e cortar o cordão umbilical.”

De lá para cá, foram mais 200 partos e, nos últimos anos, Fernanda assistiu a uma mudança radical na clientela. “Antes, ou a gente fazia o parto ou a mulher ia parir sozinha. Agora, não. Com a chegada dos hospitais, essas mulheres mais simples preferem o atendimento médico. Muitas até escolhem a cesárea.”

Por outro lado, as parteiras conquistaram um outro público. “Atualmente, quem nos procura são mulheres mais esclarecidas. Meu trabalho virou diferencial.”

Opção. Esse novo nicho de clientes extrapolou as fronteiras do Norte e Nordeste. Em qualquer grande centro urbano tem crescido o número de gestantes que trocam o hospital pela própria casa.

Desde 2009, a parteira Ana Cristina Duarte já fez 120 partos domiciliares na cidade de São Paulo. Formada em obstetrícia, Ana conta que seu público é formado por mulheres com curso superior pertencentes às classes média e alta. Um dos partos que ela fará neste mês é o de Kelly, de 30 anos, médica que decidiu abrir mão do hospital para parir em casa.

“Assistimos a uma mudança de paradigma. Atendo a mulheres intelectualizadas, que chegaram a mim depois de pesquisarem o assunto e de terem certeza de sua escolha”, afirma. Ana cobra entre R$ 2 mil e R$ 4 mil por cada um dos seis partos que realiza ao mês. Se a gestante também optar pelo pré-natal, paga R$ 100 pela consulta.

Essa “profissionalização financeira”, no entanto, não chegou ao Nordeste. Por lá, Fernanda, como a maioria das parteiras tradicionais, nunca recebeu remuneração alguma. “Aqui, criou-se essa imagem de caridade. Então, mesmo quando faço o parto de alguém com mais dinheiro, não sei cobrar. Mas a gente tem de mudar isso, porque eu preciso comer”, brinca.

Vida dupla. Para pagar as contas, muitas parteiras enveredaram para o trabalho em hospitais, seja na função de auxiliar de enfermagem ou como parteiras hospitalares. Sem abandonar, é claro, a clientela que acredita no parto domiciliar.

Foi o que Fernanda fez. Formou-se enfermeira e comemora os avanços observados desde sua chegada ao hospital. “Antes, os médicos eram muito conservadores; hoje, até o parto de cócoras eles já começaram a aceitar. Mas, para poder cantar e orar, só em casa mesmo.”

O Instituto Nômade acredita que o registro como patrimônio imaterial pode suscitar avanços na discussão sobre a valorização do ofício e ajudar na conquista de direitos trabalhistas e sociais. O inventário enviado pela ONG está na etapa de avaliação técnica do Iphan e deve ser discutido no próximo mês na Câmara do Patrimônio Imaterial do órgão.

“Está em análise, mas já se pode dizer que o saber, a forma de fazer e os conhecimentos das parteiras são bens passíveis de reconhecimento”, diz Claudia Vasques, coordenadora de registro do Departamento do Patrimônio Imaterial do Iphan.



segunda-feira, 25 de junho de 2012

Observatório de Iniciativas - Movimento Minas - Gestantes Adolescentes


Gestantes Adolescentes

O Movimento Minas inaugura uma nova etapa na qual vamos testar soluções, criar protótipos, ver o que funciona ou não na prática. Nosso primeiro desafio é tratar de uma questão específica da saúde social: a gravidez na adolescência.

Para tanto, iniciamos este ciclo escutando pessoas com diferentes realidades e experiências para captar diversas percepções ciom relação às principais questões envolvendo as causas e consequências deste complexo fenômeno.

Após esta primeira fase, lançaremos um quebra-cabeça com uma pergunta orientadora. Neste espaço apresentaremos os resultados da etapa de escuta, além de outras informações relevantes para a discussão. Você poderá propor ideias de soluções, ou discutir as ideias de outras pessoas.

Por fim, as propostas discutidas serão compiladas e se transformarão em protótipos. Trata-se de uma experimentação de propostas de políticas públicas emergentes da sociedade. 

Participe do Movimento Minas preenchendo o breve formulário no link abaixo:

quinta-feira, 7 de junho de 2012

Observatório de Iniciativas - Hanami: O Florescer da Vida

Conheça abaixo o Projeto "Hanami - O Florescer da Vida", que foi financiado via crowdfunding, pela plataforma Catarse. Seu financiamento foi bem sucedido e fechado em julho de 2011. Abaixo você pode conferir detalhes do projeto e indicações de links para maiores informações.


HANAMI O FLORESCER DA VIDA





Sobre o projeto

Seja bem vindo!
Este é um documentário especialmente diferente dos que já realizei.
O projeto surgiu quando vivi a experiência de receber meu filho num parto domiciliar planejado, acompanhado pela equipe de enfermeiras obstetras HANAMI.

Esta vivência foi tão revolucionária na minha vida, que tomei a iniciativa de compartilhar com o mundo informações importantíssimas, porém muito pouco divulgadas pela mídia.
o brasil é o campeão mundial de cesarianas desnecessárias e traumáticas, além de ser o país que menos paga aos profissionais no atendimento aos partos.
este filme emocionante revela práticas ligadas a um modo de viver a maternidade consciente, o parto ativo e o que estes representam na formação de seres humanos mais conscientes.

Partos humanizados e respeitosos, contribuem diretamente com o nível de consciência, saúde e segurança emocional do bebê e da mãe, para o resto de suas vidas. consequentemente, colabora com todo o planeta e o futuro da humanidade.

Ajude-nos a continuar distribuindo gratuitamente DVDs do filme, principalmente no brasil!
existem muitas formas de se agir ecologicamente. esta é apenas uma delas.
contamos com você!

Sinopse do filme:
HANAMI O FLORESCER DA VIDA 
é um documentário que retrata a atuação de um grupo de enfermeiras obstetras que dedicam suas vidas a apoiar gestantes no nascimento de seus filhos em um ambiente humano e acolhedor.

Atuantes na região de florianópolis desde 2005, essas PARTEIRAS URBANAS deram forma à equipe que atende principalmente a partos domiciliares planejados, propagando a profunda filosofia de humanização da gestação, parto e pós-parto como um novo paradigma de humanização do mundo, embasado pelo conceito do famoso obstetra francês MICHEL ODENT, que diz “para mudar o mundo é preciso antes, mudar a forma de nascer”.


blog do filme
DOC HANAMI no FACEBOOK
site da realizadora


foto: mariana maffeis, apoiadora do filme, através do catarse.




foto: lorena sasaki

Fonte: Catarse


quarta-feira, 6 de junho de 2012

Observatório de iniciativas - Há cura em suas mamas


Conheça abaixo o Projeto "Há cura em suas mamas", que foi financiado via crowdfunding, pela plataforma Catarse. Seu financiamento foi bem sucedido e fechado em dezembro de 2011. Abaixo você pode conferir detalhes do projeto e indicações de links para maiores informações.

Há cura em suas mamas


Sobre o projeto
Estudos comprovam que o leite materno é fundamental para a saúde dos bebês e apontam, entre as vantagens, a prevenção de doenças, contribuindo, por exemplo, para a queda do número de mortalidade infantil. Daí a importância da doação para que mais vidas sejam salvas.

A exposição fotográfica será um momento especial em que teremos mais uma oportunidade de incentivar o aleitamento materno e estimular as mães a se cadastrarem como doadoras e assim, ampliar o estoque de leite para distribuição às crianças hospitalizadas que não podem ser alimentadas diretamente pelas mães.

Precisamos de no minímo R$ 4.500 para a exposição acontecer. Neste valor está incluso as despesas com a produção fotográfica, ampliação, folders informativos e de divulgação.

Para saber mais sobre o projeto acesse o site da AMS (Aleitamento materno solidáro)

http://www.amsbrasil.com ou escreva para o e-mail 

Somos mães apaixonadas por nossos filhos e compactuamos com o ideal da prática da amamentação prolongada.

Também desejamos ajudar mães com dificuldade de amamentar e promover neste espaço a realização do sonho de que as mães que necessitam voltar ao trabalho tenham assegurado o direito da prática da amamentação, o apoio das empresas que as empregam e das escolas de educação infantil e creches para que o aleitamento possa ser contínuo até o tempo ideal para o bebê de acordo com a OMS.

“Não existe um ver que não seja também um olhar nem um ouvir que não seja também um escutar e um modo como olhamos e escutamos é plasmado pelas nossas expectativas, pelas nossas posições e pelas nossas intenções”. JEROME BRUNER

Para saber mais acesse o site da AMS (Aleitamento materno solidáro) 
http://www.amsbrasil.com

Lente Materna fotografia – www.lentematerna.com.br 
Web Filhos – www.webfilhos.com.br


terça-feira, 29 de maio de 2012

Seminário Redução da Mortalidade Materna nesta quarta, 30/05, em BH

Em 28 de maio é comemorado o Dia Nacional de Redução da Mortalidade Materna. Para marcar a data, a Câmara Municipal de Belo Horizonte realiza o seminário Redução da Morte Materna com o objetivo de discutir os avanços e desafios da mortalidade materna, promover a integração e a troca de experiências, além de disseminar informações da área junto aos profissionais que atuam na cidade.

O evento acontece dia 30 de maio, quarta-feira, das 8h às 18h, no Plenário Amynthas de Barros da Câmara Municipal de Belo Horizonte.


PROGRAMAÇÃO

30/05 – MANHÃ

8h Credenciamento

8h30 Mesa de Abertura

9h Mesa Redonda: SITUAÇÃO ATUAL DA MORTE MATERNA

Âmbito nacional: Representante do Ministério da Saúde.
Dr. Juan José Contez Escalante - Coordenação Geral de Informações e Análise Epidemiológica - Departamento de Análise de Situação de Saúde - Secretaria de Vigilância em Saúde - Ministério da Saúde.

Âmbito estadual: Representante da Secretaria Estadual de Saúde.
Dra. Márcia Rovena de Oliveira - Referência técnica em Saúde da Mulher, da Criança e do Adolescente da Secretaria Estadual de Saúde de Minas Gerais, é médica obstetra -Programa de Redução da Mortalidade Infantil e Materna em Minas Gerais (Viva Vida).

Âmbito municipal: Representante da Secretaria Municipal de Saúde.
Dra. Sônia Lansky - Pediatra doutora em Saúde Pública/Epidemiologia (UFMG), pós-doutora pela ENSP-Fiocruz, Coordenadora da Comissão Perinatal e do Comitê de Prevenção de Óbitos Materno, Fetal e Infantil da Secretaria Municipal de Saúde de Belo Horizonte/MG.

Organização Mundial da Saúde: Representante da Organização Pan-Americana de Saúde.
Dra. Maria Helena Bastos - Consultora Nacional em Saúde da Mulher desde fevereiro de 2012 na Organização Pan-Americana da Saúde - OPAS-OMS. Formada em medicina pela Universidade Estadual do Rio de Janeiro (UERJ) em 1986. Obstetra e ginecologista, com mestrado e doutorado no Reino Unido. Autora de livros e artigos sobre saúde da mulher, com publicações no Brasil, em Portugal, na Suécia e no Reino Unido. Experiência como palestrante nacional e internacional, atuando como colaboradora da Biblioteca Cochrane desde 2004.

11h Perguntas (por escrito).

12h Encerramento.

30/05 – TARDE

14h Mesa redonda

ASSISTÊNCIA HUMANIZADA COMO ESTRATÉGIA NA PREVENÇÃO DA MORTALIDADE

Dr. Virgílio Queiroz - Coordenador da Atenção à Saúde da Mulher da Secretaria Municipal de Saúde.

Dra. Rosa Maria Câmara - Representando aRede Cegonha, uma estratégia do Ministério da Saúde, operacionalizada pelo SUS, fundamentada nos princípios da humanização e assistência.

15h Perguntas (por escrito).

16h Debate

AVANÇOS E DESAFIOS: ATUAÇÃO E PROPOSTAS DAS ENTIDADES PROFISSIONAIS, EDUCACIONAIS E SOCIEDADE CIVIL ORGANIZADA

        Ministério Público.
        Conselho Regional de Medicina de Minas Gerais (CRM).
        Conselho Regional de Enfermagem de Minas Gerais (COREN).
        Associação Brasileira de Obstetrizes e Enfermeiros Obstetras (ABENFO).
        Associação de Ginecologistas e Obstetras de Minas Gerais (SOGIMIG).
        Parto Ativo / Ishtar.
        ONG Bem Nascer.
        Conselho Municipal de Saúde.
        Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG).
        Faculdade de Ciências Médicas de Minas Gerais (FCMMG).

17h Perguntas (por escrito).

18h Encerramento.



Fonte: CMBH


domingo, 27 de maio de 2012

Arquivo de notícias: Estudo analisa demanda por parto cesáreo no Brasil


Estudo analisa demanda por parto cesáreo no Brasil

Para a Federação Brasileira de Associações de Ginecologia e Obstetrícia (Febrasgo), reverter o cenário brasileiro será difícil. Segundo dados recentes divulgados pelo Ministério da Saúde, 52% dos 3 milhões de partos realizados no País em 2010 foram cirúrgicos. A recomendação da Organização Mundial de Saúde é que esse número não supere os 15%. Há dez anos, em 2000, elas representavam 38% dos partos realizados no País.

Tornou-se cultural a opção pela cesariana, por causa de múltiplas variáveis, mas as mais relevantes são a remuneração médica e a cultura da mulher, que não quer sentir dores. Isso só vai mudar com uma educação em saúde pública maciça para todos os brasileiros, de todas as classes sociais, ressalta o presidente da Comissão de Gestação de Alto Risco da Fegrasgo, Denis José Nascimento.

Nascimento, que coordena o Departamento de Tocoginecologia da Universidade Federal do Paraná (UFPR), lembra que os planos de saúde pagam muito pouco aos profissionais. A dedicação que exige um parto normal então, segundo ele, não é valorizada.

Não tem estrutura que pague um profissional que se dedique a ficar horas e horas a fio ao lado da paciente, diz. E as mulheres, de acordo com ele, passaram a participar mais da decisão e também querer a comodidade da cesárea.

Apenas 4% escolheram cesárea por medo da dor, aponta pesquisa

A justificativa do medo da dor, no entanto, não apareceu como principal para as mulheres entrevistadas em outro estudo, ainda em elaboração pela Escola Nacional de Saúde Pública da Fundação Oswaldo Cruz. As conclusões iniciais mostram que pouquíssimas mulheres escolheram a cesariana por medo da dor do parto normal: apenas 4% das 23.580 entrevistadas. A maioria (25%) diz que a cesárea foi escolhida por falta de dilatação.

Fabiana Ramos Cabral Lambert, 28 anos, acredita que muitos médicos induzem as pacientes a acreditar que necessitam realizar uma cirurgia por causa da condição de saúde do bebê. Terminando a residência em obstetrícia, a enfermeira conta que se motivou a procurar especialização no acompanhamento de partos por causa da irmã mais velha. Fabiana diz que ela fez duas cesarianas sem indicação.

Ela sonhava em ter um parto normal. Nas duas vezes, o médico a induziu a acreditar que não teria condições de fazer um parto normal. Um deles nasceu com prematuridade pulmonar. Achei absurdo, afirma. Fabiana, que tem um filho de um ano e sete meses, também passou por uma cesariana. Até a 30ª semana de gestação peregrinou por clínicas de Brasília em busca de um médico que fizesse parto normal pelo plano de saúde. Não conseguiu.

Todos os profissionais cobravam à parte pelo parto. Ela compreende que os honorários médicos são ruins, mas critica a falta de opções para quem não pode arcar com esses custos.

A mãe fica à mercê da situação. Ou vai para o hospital público ou paga por fora. Não dá para julgar os médicos, porque um parto natural pode demorar 24 horas e ele precisa ser remunerado. Mas acho que a existência de equipes multidisciplinares, com enfermeiras obstetras, deveria ser estimulada.

Por fim, uma complicação fez com que ela tivesse o filho mais cedo. Fiquei superfrustrada e me senti impotente. O que me acalmou foi que tive uma indicação considerável de cirurgia, conta.

sábado, 26 de maio de 2012

Arquivo de Notícias: Parto e Economia


SMRN 2012: Parto e Economia



Tecnologia baixo custo e altíssima efetividade!
Por um parto amoroso, livre, consciente e seguro!



Quem quer parir naquela banqueta ali? 
(Foto de Panza Natural)  

Em 2012, a Semana Mundial pelo Respeito ao Nascimento, fala sobre Parto e Economia. 

O movimento internacional questiona: 
"Quanto custa um parto normal para o sistema de saúde?
E uma cesárea sem complicações? E com complicações para mães e/ou bebês?
Quanto você pagou pelo seu parto?
Quanto custa um parto natural nas capitais?"


Isso é melhor para quem?

O Blog Parto no Brasil defende, apoia e valoriza as experiências dos Centros de Parto Normal, uma estratégia eficiente para a promoção das boas práticas na atenção ao parto normal no SUS e no sistema privado. 


Confira mais informações:

Sobre a pesquisa da UFMG, de 2011, que concluiu que a via do parto é escolhida, sobretudo, pela remuneração médica e renda da paciente:

Dissertação de mestrado de Tabi Thuler Santos, na Faculdade de Ciências Econômicas da Universidade Federal de Minas Gerais



“Remuneração médica e renda da paciente ditam regras do parto” conclui estudo de economista (Blog What Mommy Needs)

Eles Venceram!!! (Blog do Desabafo de Mãe)




E como foi o seu parto?

Não deixe de conferir a linda participação da European Network of Childbirth Associations/Holanda










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