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terça-feira, 10 de junho de 2014

Festival de Curta-Metragens de Direitos Humanos abre inscrições



Estão abertas, até o dia 15 de julho, as inscrições para o Entretodos 7 Festival de Curtas-Metragens de Direitos Humanos, que acontece de 3 a 7 de novembro, em 50 pontos de cultura e educação da cidade de São Paulo. Poderão participar curtas de qualquer formato, amadores ou profissionais, com duração de até 25 minutos, falados ou legendados em português, que envolvam temas relacionados aos Direitos Humanos.

Com o tema Cidadania Cultural, a 7° edição do Entretodos tem como objetivo promover o cinema independente, feito com o que se tem às mãos, além de dar espaço às questões relevantes da sociedade e da pessoa, misturando linguagens e narrativas.

Os filmes selecionados concorrerão a prêmios que variam de três mil reais a cinco mil reais, nas seguintes categorias: Melhor Curta-Metragem escolhido pelo Juri, Melhor Roteiro, Melhor Curta-Metragem escolhido pelo público, além dos prêmios “Cidadania Cultural”, “Visão Social” e “Educação em Direitos Humanos”.

As inscrições são gratuitas e poderão ser realizadas através do site oficial do evento www.entretodos.com.br, onde também está disponível o regulamento.

segunda-feira, 28 de janeiro de 2013

Documentário conta histórias de religiosas do Candomblé na Bahia

Histórias de mulheres como Mãe Stella, Makota Valdina Pinto e a Ialorixá Jaciara Ribeiro, todas representantes religiosas do Candomblé, serão contadas no documentário “Mulheres de Axé: vozes contra a intolerância”. O lançamento do vídeo será realizado nesta segunda-feira (21), às 19h, no Ilé Òsùmàrè Aràká Àse Ògòdó (Casa de Òsùmàrè – Vasco da Gama), em Salvador.

Realizado pelo Coletivo de Entidades Negras (CEN), o filme documenta a história de mulheres religiosas do Candomblé que são “símbolo da luta contra a intolerância religiosa no estado”.

“O documentário traz depoimentos que situam o público no debate sobre a intolerância, mesclando com as histórias de vida de personalidades que empenham esta luta em seu dia-a-dia e abordando o significado do dia 21 de janeiro, as dificuldades enfrentadas em suas vidas pessoais por serem do Candomblé, suas experiências vividas com empreendedorismo como mecanismo de sobrevivência”, divulga a produção do documentário.

A data, oficializada pela Lei nº 11.635 como Dia Nacional de Combate à Intolerância Religiosa é emblemática para o povo de santo por homenagear a Ialorixá Gildásia dos Santos e Santos, a Mãe Gilda, que teve seu Terreiro, no bairro de Itapuã, invadido por evangélicos em ato de intolerância religiosa, em 2001.

Projeto – O filme integra o projeto “Mulheres de Axé”, catálogo ilustrativo que retrata a história de 150 Terreiros de Candomblé em Salvador, liderados por mulheres (Ialorixás), com o intuito de promover a trajetória biográfica destas sacerdotisas em torno da manutenção da crença africana em solo brasileiro. O projeto é assinado pelo CEN e pelo Ilê Axé Abassá de Ogum e conta com o apoio da Secretaria de Políticas para as Mulheres do Estado (SPM), da Promoção da Igualdade (Sepromi) e Casa Civil.

O documentário “Mulheres de Axé” conta ainda com depoimentos da professora Vanda Machado, egbomi do terreiro Ilê Axé Opô Afonjá, Rita Santos presidente da Associação das Baianas do Acarajé (ABAM), Egbomy Nice, do Terreiro da Casa Branca, a ialorixá do Gantois, Mãe Carmen e a empreendedora Alaíde do Feijão. A trilha sonora é da cantora Marcia Short.

Fonte: Redação Correio Nagô

Fonte de consulta Blog RSC: Fundação Cultural Palmares

segunda-feira, 14 de janeiro de 2013

Edital Curta-Afirmativo tem inscrições prorrogadas - inscrições até 25 de março


Interessados têm até o dia 25 de março para se inscreverem no Edital de Apoio para Curta-Metragem

A Secretaria do Audiovisual do Ministério da Cultura (SAv/MinC) prorrogou até o dia 25 de março o prazo para inscrições no Edital de Apoio para Curta-Metragem – Curta-Afirmativo: Protagonismo da Juventude Negra na Produção Audiovisual.

Lançado em homenagem ao Dia da Consciência Negra (20/11), o concurso tem o objetivo de valorizar e dar protagonismo à juventude negra na produção audiovisual. Serão selecionadas obras audiovisuais de curta-metragem, dirigidas ou produzidas por jovens negros, de 18 a 29 anos.

As inscrições são gratuitas e devem ser realizadas por pessoas físicas, por meio do sistema online (SalicWeb), que pode ser acessado no site do Ministério:

Resultado de uma parceria entre a Secretaria de Políticas de Promoção da Igualdade Racial (SEPPIR) e a Secretaria do Audiovisual (SAv/MinC), o edital Curta Afirmativo faz parte do conjunto de editais lançados pelo Ministério da Cultura voltados para criadores e produtores negros.

Confira o edital. Mais informações pelo e-mail concurso.sav@cultura.gov.br

Fonte: Seppir




sexta-feira, 23 de novembro de 2012

Arquivo de notícias: Música tradicional no Quilombo João Surá


A música tradicional no quilombo João Surá


 Localizada no Nordeste do Paraná, próximo ao município de Adrianópolis, a comunidade de João Surá, cravada na região do Vale do Ribeira, possui 206 anos de existência. O documentário João Surá – música tradicional no quilombo, da cineasta e pesquisadora Lia Marchi que será lançado este mês apresenta o cotidiano das 40 famílias herdeiras de uma história culturalmente muito rica e que, apesar do êxodo rural, ainda abriga tradições seculares.


Lia conta que a dificuldade de acesso para chegar a Comunidade Quilombola João Sura – onde é preciso passar por uma estrada de terra de cerca de 60 quilômetros – favoreceu a manutenção de celebrações musicais como a folia do Divino, a dança de São Gonçalo, a encomendação de almas e a festa de Santo Antônio - padroeiro do quilombo. “Nossos filmes buscam contar para todo mundo, de maneira acessível, um pouco desse universo quase desconhecido. A proposta é ser uma ponte entre essa comunidade e o público da cidade”, considera.

A cineasta não concorda com discurso apocalíptico que diz que a cultura tradicional está acabando e vai morrer. “Na verdade existe um mundo pulsante e estamos em um momento de grandes acontecimentos”. Ela explica que o documentário nasceu da vontade de utilizar o audiovisual para chegar ao público com uma linguagem onde os ‘artistas’ ganham vida. “Na migração do campo para cidade, muitas pessoas acabam se instalando em centros urbanos distantes do seu modo de vida, de sua tradição e perdem a conexão com sua raiz. Vão se perdendo os códigos éticos, culturais que mantêm uma comunidade coesa. Acredito que nosso trabalho é a base para uma Cultura da Paz, que busca mostrar um tipo de vida onde as pessoas estão mais próximas, integradas e desfrutam do prazer que é se reunir, conversar e festejar em conjunto”.

O documentário mostra que alguns avanços já foram conquistados em João Surá, como a construção da escola quilombola Diogo Ramos (cuja preocupação é uma educação voltada para a valorização e o conhecimento da cultura local), a existência de um posto de saúde e o acesso à internet. Lia Marchi mostra a preocupação da comunidade em organizar uma Associação de Moradores que reivindica melhorias sociais para seus pares. Um dos resultados significativos foi a certificação do quilombo pela Fundação Cultural Palmares no ano de 2005. “O grande desafio dos quilombolas é preservar as práticas do grupo e os saberes dos mais velhos”, conta a cineasta que vê nas crianças e jovens a grande esperança de continuidade para a realização das festas e devoções ali mantidas. Entre as tradições do quilombo apresentadas no documentário estão:

A Romaria de São Gonçalo, festa realizada para cumprir uma promessa em agradecimento à bênção recebida. Nela, os tocadores e as cantadeiras entoam versos que, no dizer dos mestres, são inspirados pelo santo. Dançam em louvor a ele. É grande a devoção.

A Dança de São Gonçalo é feita nas chamadas “voltas”. A duração de cada volta varia conforme a quantidade de pares que seguem em duas filas fazendo reverência ao altar sem jamais dar as costas ao santo.

A Alvorada do Divino costuma acontecer ao final de uma romaria. Acompanhando a bandeira e comandada pelo mestre e sua viola, a comunidade canta dando uma volta na igreja. A bandeira do Divino também costuma percorrer a localidade no tempo próprio da festa do Espírito Santo, da Páscoa ao Pentecostes.

A Encomendação de Almas, ou recomenda, é uma tradição dos moradores. Em geral no período da quaresma, e raramente em outras ocasiões, cantam para as almas no cemitério, diante de uma cruz ou, ainda, à porta da igreja. Os cantos expressam o respeito e a devoção de todos.

A cineasta e pesquisadora Lia Marchi conta que estas tradições são práticas ligadas à vida rural da comunidade de João Surá. “Os detentores desse conhecimento são os mais velhos, como é o caso da cantadeira Joana de Andrade Pereira, uma líder comunitária contemplada com o Prêmio Culturas Populares 2009 – Mestra Dona Izabel, do Ministério da Cultura. Agradeço a ela e muitos outros que nos guiaram na música e na vida do quilombo”. O documentário João Surá – música tradicional no quilombo tem patrocínio do Banco do Brasil por meio da Lei Municipal de Incentivo à Cultura de Curitiba.

<< Olaria Cultural >>

Desde 1998 Lia Marchi desenvolve pesquisas sobre música e cultura tradicional. Fundou a produtora cultural Olaria Projetos de Arte e Educação (1999), da qual é diretora artística, e coordena a realização de projetos que buscam documentar e divulgar o rico universo das tradições musicais populares brasileiras ainda pouco conhecidos pela maioria da população.
Entre suas principais publicações estão os livros Tocadores – homem, terra, música e cordas (2002), Tocadores Portugal – Brasil: sons em movimento (2006) e, mais recentemente, Folias do Norte do Paraná.

Como cineasta Lia Marchi produziu os documentários Tocadores – Brasil Central e Tocadores – Litoral Sul (2003), Divino – folia, festa, tradição e fé no litoral do Paraná (2008), Dias de Reis – a história de uma companhia de Reis de Curitiba (2009), Fandango – dança tradicional do Paraná (2012), Folias do Norte do Paraná (2012) e João Surá – música tradicional no quilombo (2012).

Hoje a Olaria Cultural desenvolve filmes, livros, oficinas numa abordagem múltipla sobre os modos de encarar o registro, documentação e o diálogo sobre as culturas tradicionais e estabelecer o dialogo com o universo da educação.

Serviço:
Documentário João Surá – música tradicional no quilombo, da cineasta e pesquisadora Lia Marchi.
Duração: 26 min.
Classificação etária: livre.
Preço de venda: R$25,00

Mais informações site: www.olariacultural.com.br ou pelo email contato@olariacultural.com.br.

Fonte: After hour

sexta-feira, 9 de novembro de 2012

Arquivo de notícias - chamada de edital: Prêmio Culturas Populares

Prêmio Culturas Populares 2012

O Ministério da Cultura, por meio da Secretaria da Cidadania e da Diversidade Cultural publicou hoje (05/11) no Diário Oficial da União (Seção 3, págs 23 a 26) Edital de Divulgação nº 2, de 1º de novembro de 2012, do Prêmio Culturas Populares 2012. O concurso terá suas inscrições abertas a partir de 5 de janeiro de 2013 e, nesta edição homenageia o ator, produtor e cineasta Amácio Mazzaropi, que nascido em São Paulo, em 9 de abril de 1912, completaria, neste ano, 100 anos.

O Prêmio terá investimento total de R$ 5 milhões que serão distribuídos entre 350 premiados – incluindo o homenageado – dentre Mestres (170 prêmios), Grupos/Comunidades (170 prêmios) e Mestres in memoriam (10 prêmios).

O concurso visa reconhecer e premiar a atuação de Mestres e Grupos/Comunidades responsáveis por iniciativas exemplares que envolvam as expressões das culturas populares brasileiras. De acordo com o edital, entende-se por iniciativas exemplares, as que envolvam as expressões das culturas populares brasileiras como ações e trabalhos, individuais ou coletivos, que fortalecem as expressões culturais populares, contribuindo para sua continuidade e para a manutenção dinâmica das diferentes identidades culturais no Brasil.

Também podem participar do edital projetos que desenvolvam atividades de retomada de práticas populares em processo de esquecimento e difusão das expressões populares para além dos limites de suas comunidades de origem, em todas as suas formas e modos próprios como religião; rituais e festas populares; arte popular; mitos, histórias e outras narrativas orais; processos populares de transmissão de conhecimentos; medicina popular; alimentação e culinária popular; pinturas, desenhos, grafismos e outras formas de artesanato e expressão plástica; escritos; danças dramáticas; audiovisual; dentre outros.

As inscrições para o edital estarão abertas até 5 de abril de 2013 e poderão ser realizadas pela internet, por meio do Sistema SalicWeb, ou por via postal, sendo necessário, em ambos os casos, encaminhar a documentação e anexos exigidos pelo edital.

O Prêmio

O Prêmio Culturas Populares foi instituído pela Secretaria da Identidade e da Diversidade Cultural (SID/MinC) no ano de 2007, como forma de reconhecer a atuação exemplar de Mestres e de Grupos/Comunidades praticantes de expressões das culturas populares brasileiras, fortalecendo as expressões ao mesmo tempo em que identifica, valoriza e dá visibilidade às atividades culturais protagonizadas por Mestres e Grupos/Comunidades com ênfases na estratégia de preservação de suas identidades culturais. O Prêmio já teve três edições, somando 695 iniciativas premiadas em todo o país com um investimento total de R$ 6,9 milhões.

O homenageado  


Amácio Mazzaropi teve uma infância pobre, mas despertou seu interesse pelo teatro desde pequeno.Começou a atuar na cidade de Taubaté (SP) em 1931 e, em 1942 montou a Troupe Companhia Amácio Mazzaropi e passou a viajar pelo interior do país com um pavilhão – um barracão de tábuas corridas, coberto de lona, com cadeiras e bancos de madeira para a plateia – chamado de Teatro de Emergência.

Em 1943 recebe uma herança da avó Maria Pitta e realiza o sonho de colocar uma cobertura de zinco em seu pavilhão e assim, poder estrear na capital. O pavilhão é instalado no Bairro de Santana e se torna sucesso, com a casa sempre cheia. Com o sucesso, Mazzaropi assina contrato com o Teatro Colombo onde atuou por mais de um ano.

Em 1946 passa a fazer o Programa Rancho Alegre na Rádio Tupi sob a direção de Cassiano Gabus Mendes. No fim do ano, ele assina contrato com a Companhia Dercy Gonçalves e atua ao lado da atriz, na super revista Sabe lá o que é isso? de Jorge Murad, Paulo Orlando e Humberto Cunha, no Cine Theatro Odeon.

Em 1951 surge o primeiro convite para o cinema, feito pelos diretores Abílio Pereira de Almeida e Tom Payne da Companhia Cinematográfica Vera Cruz. Ele fez três filmes pela companhia (Sai da Frente, Nadando em Dinheiro e Candinho), ao mesmo tempo em que trabalhava na novela sertaneja o “Bernard Shaw do Tucuruvi”, das Emissoras Associadas.

Ao todo, foram 32 filmes realizados pelo ator que faleceu, no dia 13 de junho de 1981, aos 69 anos, em São Paulo. Dentre os principais filmes estrelados por Mazzaropi estão: A Carrocinha (1955); O Gato da madame, Fuzileiro do Amor e o Noivo da Girafa (1956); Chico Fumaça e Chofer de Praça (1958); Jeca Tatu e Pedro Malasartes (1959).

Em 1995, foi fundado no Hotel Fazenda Mazzaropi, em Taubaté, o Museu Mazzaropi. O Museu, que retrata todo a história do artista, realiza, sempre em abril, a Semana Mazzaropi.

Informações

Dúvidas e informações referentes a este Edital poderão ser esclarecidas e/ou obtidas junto à SCDC/MinC, por meio do endereço eletrônico: culturaspopulares@cultura.gov.br.

Confira aqui o Edital.

(Redação: Heli Espíndola, Comunicação/SCDC)
(Fotos: Site oficial do Mazzaropi)

segunda-feira, 20 de agosto de 2012

Vídeo do Festival de Inverno UFMG - Espaço Saúde e Cultura

Vídeo da Rede Saúde e Cultura MG no 44º Festival de Inverno da UFMG

Caros leitores do blog da Rede Saúde e Cultura Minas Gerais,

Como a maioria de vocês sabem, estivemos presentes no 44º Festival de Inverno da UFMG, com o Espaço Saúde e Cultura, realizando o lançamento da Rede Saúde e Cultura de Minas Gerais.

Abaixo vocês podem conferir o vídeo do lançamento da Rede, com o cortejo ocorrido no dia, a cerimônia de lançamento, que contou com as presenças de Márcia Betânia, Secretária de Cultura, Turismo e Patrimônio de Diamantina, César Guimarães, Coordenador Geral do 44º Festival de Inverno da UFMG, Cesaria Macedo, Representante Regional do Ministério da Cultura em Minas Gerais e Luciana Sepúlveda, Coordenadora Nacional da Rede Saúde e Cultura e pesquisadora da Fiocruz.

Além do momento do lançamento você pode conhecer mais da Oficina Saúde e Cultura, ocorrida no Espaço Saúde e Cultura.

O vídeo é interativo e, ao final, possui opções de escolha para os demais registros da presença da Rede no Festival.


             Foto e vídeo Espaço Saúde e Cultura: Patrick Azevedo

sexta-feira, 13 de julho de 2012

Espaço Saúde e Cultura em Diamantina terá mostra audiovisual

Mostra Audiovisual – 16 e 17/07

Espaço Saúde e Cultura
Centro Vocacional Tecnológico “Chica da Silva”
Praça Doutor Prado, 99 - Centro- Diamantina

Dia 16/07, segunda-feira

17h - Título: “Recortes Costuras e Memórias”
Direção: Cristina Maure    Realização: Instituto Kairós
Duração: 36 min     Ano: 2010
O documentário dá luz aos saberes da cultura oral da Comunidade de Macacos (Nova Lima/MG), fortalece o valor social dos mestres de tradição oral no cotidiano afetivo local e a reconstrução de sua memória social  pela valorização de suas histórias, cantigas, ofícios, festas e tradições.

17h40– Título:   “Unto-sem-sal, ele é um remédio bom”
Direção:Lori Figueiró      Realização:AJENAI/ Centro de Cultura Memorial do Vale
Duração: 06min01s      Ano:  2012
 “Unto-sem-sal, um-sem-sal, une-sem-sal, medicamento caseiro ainda muito utilizado em Tamanduá/Silvolândia (Jenipapo de Minas/Vale do Jequitinhonha).

17h50- Título:    “A pessoa tem de te consciência”
Direção:Lori Figueiró    Realização:AJENAI e Centro de Cultura Memorial do Vale
Duração: 08min15s    Ano:  2011
Os argumentos de Geralda Martins Soares (D. Gera), parteira em Jenipapo de Minas, sobre os benefícios da cura do umbigo com o azeite de mamona.

18h - Título: “D. Gera, a vida em suas mãos”
Direção: Lori Figueiró    Realização: AJENAI e Centro de Cultura Memorial do Vale
Duração:  27min25s    Ano: 2011
Geralda Martins Soares, parteira em Jenipapo de Minas e descendente de uma linhagem de parteiras, relata alguns partos que realizou, incluído os partos dos próprios filhos que teve sozinha.

18h30 - Título: “... na bruta, com fé, com Deus, na bruta.”
Direção: Lori Figueiró    Realização: AJENAI e Centro de Cultura Memorial do Vale
Duração: 08min38s    Ano: 2012
Ana Leite Lemos, parteira em Ribeirão de Areia, comunidade de Jenipapo de Minas, descreve com modéstia e simplicidade o parto mais recente que realizou e sua fé em Deus e Nossa Senhora.

18h40 - Título: “Eu já conheci trem, o tempo já foi penativo”
Direção: Lori Figueiró    Realização: AJENAI e Centro de Cultura Memorial do Vale
Duração: 14min17s    Ano: 2011
Jovelina Batista Nunes, parteira em Tamanduá/Jenipapo de Minas, discorre sobre os partos que realizou, as simpatias e medicamentos caseiros, os filhos falecidos ainda crianças e sua fé em Nossa Senhora.

19h - Título da obra: AnimaDengueRealização: Centro de Ciências e Saúde (CECIS)/ Laboratório de Educação em Saúde (LAESA)/ Centro de Pesquisas René Rachou (CPqRR)/ Fundação Oswaldo Cruz – MG
Duração: 11h21      Ano: 2009
“O AnimaDengue é um desenho de animação produzido pela equipe do CECIS da Fiocruz Minas. Seu objetivo é estimular a participação do público infanto-juvenil nas ações de prevenção da Dengue. Os conteúdos e mensagens buscam proporcionar acesso ao conhecimento cientificamente correto associado às reflexões sobre aspectos sociais, econômicos e ambientais da endemia e focalizam os principais riscos de transmissão da Dengue a partir da reprodução de situações reais.”

19h20 - Título: “Saneamento ambiental – água, lixo, esgoto, técnica”
Direção: Rosana Cambraia - Realização: Grupo Jequi e Fundação Nacional de Saúde
Duração: 22min     Ano: 2008
Vídeosclipes e fotos-clipes com entrevistas da pesquisa “Saneamento ambiental em comunidades rurais” para comprovação da eficácia da autoconfrontação como instrumento de educação ambiental em saúde.

19h45 - Título: “Às vezes é preciso parar e olhar para longe…”
Direção: Vinicius Rabelo Machado  Realização: Grupo Jequi FCBS UFVJM
Duração: 3min30s    Ano: 2006
Retrato do saneamento no bairro Rio Grande (Diamantina). Traz reflexão sobre a tradição histórica e turística da cidade e o descaso dos gestores públicos.

19h50 - Título: “Rondon UFVJM Recôncavo Baiano”
Direção: Rosana Cambraia/Marivaldo Carvalho  - Grupo Jequi e Proexc UFVJM
Duração: 5min    Ano: 2007
Equipe da UFVJM participante do projeto Rondon no Recôncavo Baiano- Conceição da Feira (BA). Imagens da represa Cabeça do Cavalo e da feira local com destaque para a produção de alimentos e segurança  alimentar.

20h - Título: “As d’eficiências de Natália”
Direção: Márcia Palves/Jordelino Campos  - Palves/MinC
Duração: 20min    Ano: 2009
Natália PenaForte, jovem de 23 anos e suas superações.Portadora de diabetes tipo A e deficiência visual consegue viver uma vida alegre, confiante e ativa.

Dia 17/07, terça-feira

17h - Título: “Mostra de vídeos do Projeto Vidas Paralelas”
Direção: Diego Hoefel/Juliene Peixoto  Realização: Projeto Vidas Paralelas – Ministério da Cultura/Ministério da Saúde Duração: 36 min
Vídeos com depoimentos e vinhetas do Projeto Vidas Paralelas, que revela o cotidiano do trabalho pelas lentes de diferentes categorias de trabalhadores no Brasil e criar consciência crítica sobre a temática da saúde e cultura.

17h40  - Título: “Um olhar sobre os quilombos no Brasil”
Direção: Cida Reis/Júnia Torres Realização: CATABA/MG
Duração:110min    Ano: 2006
A obra expressa e reflete o ritmo próprio de cada comunidade focada, destacando a peculiaridade e o pathos de cada uma delas: mistura de dura realidade, perspectiva de luta, esperança de vida. As imagens foram realizadas nos quilombos de Gurutuba (MG); Trombetas e Especuru (PA); Mocambo (SE); Barra e Bananal (BA) e Ivaporunduva (SP).




terça-feira, 3 de julho de 2012

44º Festival de Inverno da UFMG debaterá "A palavra, o canto e a cura"



Festival de Inverno debaterá "A palavra, o canto e a cura" 

O seminário "Os saberes e o bem comum”, que integra a programação do Festival de Inverno da UFMG, discutirá no dia 18 de julho, às 15h, o tema "A palavra, o canto a cura”, com a presença do mestre Maxacali, Toninho Maxacali, do antropólogo e jornalista Spensy Pimenttel, do Mestre-aprendiz Guarani, Valmir Gonçalves Cabrera e do Cantor e “guardião da cultura, Getúlio Krahô. O debate acontece no Teatro Santa Izabel, no centro de Diamantina, antes do lançamento da Rede Saúde e Cultura.  

Durante o seminário haverá exibição do Filme “Mbaraká: a palavra que age", filme que aborda o universo dos cantos xamânicos por meio dos aspectos performáticos da palavra, da sonoridade, do gesto, da dimensão onírica e de volição mobilizada pelo canto. Mais informações: www.ufmg.br/festival


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