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sexta-feira, 6 de dezembro de 2013

Livro sobre humanização da saúde será lançado pela Cooperativa Cultural da UFRN

A Cooperativa Cultural da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN) irá lançar nesta quinta-feira (5), às 17h, o livro 'Humanização na Estratégia Saúde da Família'. O livro da autora Rosana Lúcia Alves de Vilar é fruto de sua tese de doutorado em Ciências Sociais.

O livro aborda o importante tema da humanização, e é o 17º resultante das dissertações, teses e pesquisas realizadas no âmbito do Grupo de Pesquisa “Cultura, Política e Educação”.

De modo inovador, a tese engloba da prevenção ao tratamento de males graves. A experiência resultante dessa ação permite aprimorar continuamente a relação entre profissional da saúde e paciente. Por meio de exemplos práticos, a autora esclarece situações reais e propõe soluções para esses cenários. O livro é uma reflexão relevante sobre a humanização em campos da saúde.

Pela qualidade do texto e atualidade do tema, a obra já consta do acervo da Biblioteca Norte-Sul/ Centro de Estudos Sociais, da Universidade de Coimbra/Portugal, coordenado pelo professor Boaventura de Sousa Santos.

Fonte: Tribuna do Norte

sexta-feira, 11 de janeiro de 2013

Mapeamento das comunidades tradicionais de terreiro pode ajudar a definir políticas públicas


Candomblé, umbanda, tambor de mina, batuque, nação, quimbanda, xambá, omolocô, pajelança, jurema: as religiões de matriz africana e indígena compõem, no Brasil, um cenário amplo e plural. Para melhor compreender tal cenário e conhecer a realidade das comunidades tradicionais de terreiro, o Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome – MDS e a Organização das Nações Unidas para a Educação, Ciência e Cultura – UNESCO, em parceria com a Secretaria de Políticas de Promoção da Igualdade Racial – SEPPIR e a Fundação Cultural Palmares – FCP, desenvolveram o projeto Mapeando o Axé. A pesquisa socioeconômica e cultural das comunidades tradicionais de terreiro foi realizada nas capitais dos Estados de Minas Gerais, Pernambuco, Pará e Rio Grande do Sul.

Segundo Eloi Ferreira de Araujo, presidente da Fundação Cultural Palmares, o governo brasileiro tem uma longa dívida com as comunidades remanescentes de terreiros. “As comunidades são a essência da matriz cultural africana e afro-brasileira. O mapeamento busca conhecer a realidade dessas comunidades, criando as condições necessárias para que as políticas públicas cheguem até elas. Além disso, garante sua preservação cultural e proteção como patrimônio imaterial”, explica.

Realizada entre maio e agosto de 2010 pela Associação Filmes de Quintal, instituição habilitada por meio de edital público, a pesquisa mapeou 4.045 terreiros em regiões metropolitanas, sendo 1.089 deles em Belém; 353 em Belo Horizonte; 1.342 em Porto Alegre; e 1.261 em Recife. Entre os objetivos, estavam descobrir quem são, onde estão localizados, quais as principais atividades comunitárias, qual a situação fundiária e demais aspectos socio-culturais e demográficos.

De acordo com Marcelo Vilarino, antropólogo da Associação Filmes de Quintal e um dos coordenadores da pesquisa, a valorização e o reconhecimento da importância histórica das comunidades negras no Brasil puderam ser observadas nas falas e nas ações das lideranças das casas religiosas. “Damos destaque para o movimento pelo fim da intolerância religiosa e pela aplicabilidade da lei que garante a liberdade de culto no país”, conta.

Vilarino enfatiza que, em regiões periféricas dos grandes centros urbanos, em geral não alcançadas pelos serviços públicos, as comunidades dos terreiros e suas lideranças exercem diversos papéis importantes, tanto como conselheiros espirituais quanto no desenvolvimento de ações de apoio à saúde, cultura e educação e de combate à violência contra a mulher. “Os terreiros são espaços privilegiados de solidariedade. As pessoas são respeitadas pela sua própria existência e por poderem ser instrumentos da ação das forças divinas na terra, no ato da incorporação espiritual. Nessas comunidades, tudo é partilhado e ninguém passa fome. O pouco que se tem é distribuído ou reaproveitado, sendo o desperdício inexistente, diante do processo dinâmico de distribuição do excedente”, conta o antropólogo.

Segundo Marcos Dal Fabbro, diretor de Promoção à Alimentação Adequada da Secretaria de Segurança Alimentar e Nutricional do MDS, o levantamento buscou difundir a importância da localização das comunidades no espaço geográfico das cidades, fazer sua contabilização e realizar um diagnóstico sociocultural focado em segurança alimentar e nutricional. “As comissões de acompanhamento da pesquisa foram formadas por lideranças das comunidades tradicionais de terreiros, representantes de órgãos governamentais locais – que possuem interlocução com os atores sociais em foco –, e de movimentos negros organizados, além de outras instituições e de pessoas como yalorixás, babalorixás, mametus, tatetus, zeladores, mães e pais de santo”.

A partir das informações coletadas, foi construído um banco de dados sobre as comunidades tradicionais de terreiro, com o objetivo de servir como referência para a formulação de políticas públicas, em especial as de promoção da segurança alimentar e nutricional. “Os terreiros podem ser vistos como facilitadores de ações de assistência social, saúde e segurança alimentar e espaços de promoção social e inclusão produtiva. A sintonia com as necessidades locais faz com que sejam potenciais espaços para a identificação de demandas para formações e capacitações voltadas à comunidade”, conta Dal Fabro. Para ele, a sustentabilidade cultural e a segurança alimentar estão relacionadas à promoção da autonomia dos terreiros quanto à produção de alimentos adequados e saudáveis, por meio de atividades como hortas comunitárias, quintais produtivos e agricultura urbana. “Os terreiros também são locais de saberes tradicionais femininos, que junto à diversidade étnica e religiosa, precisam ser respeitados e trabalhados do ponto de vista de políticas culturais e educacionais”, enfatiza o diretor de Promoção à Alimentação Adequada da Secretaria de Segurança Alimentar e Nutricional do MDS.

Preservação da matriz cultural africana

Sobre a contribuição do mapeamento das comunidades tradicionais de terreiro para a preservação do patrimônio cultural brasileiro, conversamos com o professor da Escola de Comunicação – ECO da Universidade Federal do Rio de Janeiro – UFRJ, Muniz Sodré. Segundo ele, o mapeamento é importante para avaliar a força, a presença geográfica e o lugar social que os terreiros ocupam nas cidades brasileiras.

De acordo com Sodré, as comunidades de terreiro não são movimentos exclusivamente religiosos, mas se apresentam historicamente como organizações políticas capazes de preservar a identidade cultural de matriz africana: “a identificação com a cultura africana sempre esteve ligada aos terreiros”, resume.

O pesquisador também ressaltou a importância do mapeamento dos terreiros para a proteção jurídica territorial, possibilitando a regulamentação fundiária das comunidades tradicionais. Da mesma forma, a legitimação das comunidades de terreiro junto ao Estado é também importante para proteger sua cultura do assédio de outras religiões de cunho fundamentalista e discriminatório. Sodré ressaltou ainda a modernidade das religiões de matriz africana em relação ao respeito que prestam às demais religiões, um “respeito fortalecedor da convivência religiosa”. Para ele, é sadio para a democracia e para a cultura brasileira que os terreiros estejam sob a proteção do Estado.

Veja aqui o site do projeto

Fonte: Blog Acesso

sexta-feira, 4 de janeiro de 2013

Incra assume compromisso de criar Biblioteca Virtual Quilombola




Um termo de compromisso firmado pela Secretaria de Políticas de Promoção de Igualdade Racial da Presidência da República (SEPPIR), Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra), o Núcleo de Estudos Agrários e Desenvolvimento Rural (Nead) do Ministério do Desenvolvimento Agrário (MDA), e a Fundação Cultural Palmares vai permitir a criação da Biblioteca Virtual Quilombola.


O espaço disponibilizado na rede mundial de computadores tem por objetivo dar visibilidade aos estudos e memórias das comunidades quilombolas no Brasil. O compromisso público de construir, disponibilizar e manter a biblioteca foi assumido durante a 8ª edição da Feira Nacional de Agricultura Familiar e Reforma Agrária (Fenafra), em novembro, diante de uma plateia formada majoritariamente por quilombolas.

Para o presidente do Incra, Carlos Guedes de Guedes, esse trabalho se incorpora a um conjunto de ações para dar transparência às atividades da autarquia e prestação de conta ao público beneficiário. "Começamos a dar acesso público ao que já fizemos no sentido de reconhecer a titularidade de territórios quilombolas e a memória desses povos. É com muito orgulho que colocamos à disposição da sociedade essa parte da história brasileira que está sendo contada por meio do trabalho do Incra", afirmou.

Biblioteca Virtual

Será montado um Atlas das comunidades quilombolas brasileiras com base nas informações consolidadas nos Relatórios Técnicos de Identificação e Delimitação (RTIDs), elaborados pelo Incra no bojo do processo de titulação fundiária dessas comunidades. A intenção é que essa obra seja de informação e formação das próprias comunidades e referência para estudiosos do tema.

Além das informações digitais, o compromisso assumido também garante a produção de fascículos impressos relativos a cada comunidade quilombola, destinada ao uso pedagógico nas próprias comunidades. A ideia é que os volumes sirvam como material didático de apoio à implementação da lei 10.639 e ao desenvolvimento de uma educação específica em cada uma das comunidades.

Atualmente, o Incra dispõe de 152 RTIDs completos já publicados, sendo prevista a disponibilização dos demais, assim que o forem elaborados, tanto na forma dos fascículos destinados às comunidades quanto na forma da biblioteca digital.

Com informações do Incra.

Fonte: SEPPIR 


sábado, 22 de dezembro de 2012

Arquivo de notícias: Biblioteca da ENAP divulga mais de 30 publicações sobre igualdade racial para download


A Biblioteca Graciliano Ramos, da Escola Nacional de Administração Pública (ENAP), divulgou ontem (18/12) o Boletim Eletrônico de Bibliografias Especializadas com o tema Igualdade Racial. O informe traz 45 publicações, muitas delas disponíveis para download gratuito. Entre elas está o livro organizado pelo atual Secretário Executivo da SEPPIR, Mário Theodoro: “As políticas públicas e a desigualdade racial no Brasil: 120 anos após a abolição”, então diretor de cooperação e desenvolvimento do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (IPEA).

A solicitação de materiais não disponíveis em meio eletrônico deverá ser feita por meio do e-mail: biblioteca@enap.gov.br

A reprodução dos documentos bibliográficos do acervo é permitida desde que não acarrete danos aos documentos e que esteja de acordo com a Lei de Direitos Autorais (Lei nº 9.610, de 19/02/98), para fins acadêmicos, uso próprio, sem fins lucrativos e em uma única cópia para: partes de livros e similares; artigos de periódicos.


Fonte: Seppir

segunda-feira, 3 de dezembro de 2012

Lançada a publicação Cultura e Saúde no Brasil, no Encontro Nacional da Rede Saúde e Cultura

Foi lançada hoje, no primeiro dia do Encontro Nacional da Rede Saúde e Cultura a publicação "Retratos da Interface Cultura e Saúde no Brasil: experiências premiadas e selecionadas nos Prêmios Cultura e Saúde Editais 2008 e 2010"



A publicação foi lançada virtualmente na Rede Social da Rede Saúde e Cultura e pode ser acessada no link abaixo:


Ela traz a compilação de instituições do terceiro setor e pontos de cultura que participaram e/ou foram selecionados nos editais do Ministério da Cultura, dos Prêmios Cultura e Saúde, em 2008 e 2010.

As instituições que fazem parte da publicação podem enviar sugestões de alteração do conteúdo, caso haja alguma inconsistência, até a primeira quinzena de dezembro. A publicação impressa deve ser lançada ainda em janeiro de 2013.


quarta-feira, 21 de novembro de 2012

Arquivo de notícias: Chamada pública de artigos para livro sobre a saúde mental em Fortaleza


Chamada pública de artigos para livro sobre a saúde mental em Fortaleza

 A experiência de Fortaleza na área da saúde mental nos últimos oito anos será registrada no livro "Saúde Mental nas grandes cidades: A experiência de Fortaleza". A chamada pública para entrega de artigos que serão selecionados para compor o material prossegue até o dia 12 de dezembro. Os interessados devem encaminhar os textos para o e-mail livrosaudementalfortal@ hotmail.com Clique aqui para ter acesso a todas as informações sobre a chamada.

Os artigos podem ser escritos por profissionais, familiares, gestores e usuários dos serviços de saúde mental, além de integrantes da comunidade acadêmica ou quem mais desejar contribuir com a publicação. A iniciativa é da Secretaria Municipal de Saúde, por meio da Coordenação de Saúde Mental, Álcool e Outras Drogas, em parceria com o Movimento Integrado de Saúde Mental Comunitária.

A ideia de um livro sobre a saúde mental em Fortaleza busca incentivar a produção científica sobre o assunto, dando ênfase aos relatos da experiência de organização da saúde mental em rede e das trajetórias de atenção e cuidado no âmbito do Sistema Único de Saúde (SUS) e aos estudos empíricos desenvolvidos sobre a rede de saúde mental. Com o título “Saúde mental na grandes cidades – a experiência de Fortaleza”, a publicação deve contemplar na parte de relatos itens como a implementação da política de humanização na rede de saúde mental, a saúde mental na atenção básica, o cuidado integral nos diversos serviços de atenção em saúde mental, a atenção psicossocial no cuidado às pessoas em uso de drogas, as experiências de reinserção social e desinstitucionalização da loucura, as experiências de protagonismo e reinserção social de usuários, o cuidado da infância e adolescência na rede de saúde mental e a saúde mental e a intersetorialidade.

Na parte de estudos empíricos, o livro deve trazer, entre outras abordagens, o registro acerca de práticas de educação popular em saúde relacionadas com a saúde mental, do acesso aos serviços de saúde mental pelas populações que vivem em situação de vulnerabilidade e exclusão, da satisfação do usuário em relação ao acesso e à qualidade dos serviços de saúde oferecidos pela rede de saúde mental e da relação entre rede de saúde mental e mídia.

sábado, 17 de novembro de 2012

Observatório de iniciativas: Publicação Caminhos para o empreendedorismo social

A Fundação Aperam Acesita e o Instituto Papel Solidário lançaram, em maio deste ano, a publicação Caminhos para o empreendedorismo social, disponível para download em seu site.

Nas palavras da Fundação Aperam:


Em 2004 a Fundação Aperam Acesita elaborou e disponibilizou para organizações do 3º setor o “Guia das Associações”, um compilado de informações úteis sobre como instituir, estruturar  e acompanhar  estas organizações. Este material, até então inédito no país, atendeu à finalidade de subsidiar as associações para a sua sustentabilidade e obtenção de reconhecimento e certificações nas esferas governamentais.

A experiência adquirida pela Fundação Aperam Acesita no trabalho de assessoramento, acompanhamento e co-financiamento de programas e projetos junto às organizações possibilitou-nos fazer uma análise bastante realista e crítica em relação a situação das mesmas, constatando que grande parte destas organizações possui uma carência no conhecimento necessário para buscar sua autonomia, auto-gestão e fortalecimento institucional. Da mesma forma suas capacidades coletivas raramente são exploradas e aproveitadas e poucas são as informações para acessar sua legalização, financiamentos/convênios, registros e certificados.

Entendendo a importância de reunir um conjunto de informações para o desenvolvimento destas organizações focadas em uma legislação atualizada, o presente instrumento tem por finalidade oferecer, de maneira prática e objetiva, às organizações e ao empreendedor social, caminhos para seu protagonismo.

Vale ressaltar que grande parte das informações contidas neste material referese à legislação de âmbito nacional, porém para atender a uma demanda particular, algumas informações estão direcionadas  às organizações de municípios que fazem parte da área de atuação da Aperam South America – Vale do Aço e Vale do Jequitinhonha “Caminhos para o Empreendedorismo Social” é uma iniciativa da Aperam South America, através da Fundação Aperam Acesita, em parceria com o Instituto Papel Solidário, que buscam contribuir com o desenvolvimento sustentável das comunidades.

Agora cabe ao empreendedor social escolher o seu caminho e se colocar a caminho... 
Boa Pesquisa e Bom Trabalho!!


Link para download da publicação em formato pdf:

sexta-feira, 26 de outubro de 2012

Integrantes da Rede Saúde e Cultura: Faculdade de Letras UFMG / Literaterras

Conheça as ações da Faculdade de Letras da UFMG para as comunidades indígenas e afro-descendentes

A Faculdade de Letras tem promovido atividades de pesquisa, ensino e extensão relacionadas com a tradução, edição e publicação de textos advindos de comunidades indígenas e afro-descendentes, através do Núcleo Literaterras e do Laboratório de Edição. Tais atividades contribuem para a formação profissional de estudantes de Letras, Educação Intercultural, Ciências Sociais, Comunicação, História, Belas Artes, Ciência da Informação, Música, Ciências Biológicas. 

O Bacharelado em Letras com ênfase em Edição, sobretudo, conta com as referidas atividades para que seus alunos pratiquem as várias etapas do processo editorial.

Textos escritos, imagens e sons, traduções a partir de diversas tradições orais, colocam em evidência línguas muitas vezes em risco de extinção e remanescentes lingüísticos.  Cantos, narrativas, rituais e festas, textualidades extra-ocidentais podem agora ser acessadas neste site, assim como informações sobre pesquisas e projetos editoriais.

Conheça mais e navegue nas publicações e pesquisas:

quinta-feira, 25 de outubro de 2012

Publicações: Dossiê - História Oral, memória e patrimônio

História Oral - estudos e novas colaborações
Já indicamos anteriormente a visita à Rede Café História e nos passeios por ela nos deparamos com a publicação Dossiê - História Oral, memória e patrimônio.

Compartilhamos abaixo os links para download e a fonte de onde retiramos a informação. A revista com esta publicação é mantida pela ABHO - Associação Brasileira de História Oral, sem fins lucrativos, que está também chamando para nova publicação do mesmo tema.

Confira aqui a pubilcação de 2011, Dossiê - História Oral, memória e patrimônio:

v. 1, n. 14 (2011)

Dossiê - História oral, memória e patrimônio

Apresentação - Benito Bisso Schmidt   

Dossiê
Ruínas industriais e memória em uma “favela fabril” carioca - Mariana Cavalcanti, Paulo Fontes   
Multimídia

Resenhas
MAGALHÃES, Valéria Barbosa; SANTHIAGO, Ricardo (Org.). Memória e diálogo: escutas da Zona Leste, visões sobre a história oral - André Bortolazzo Correr   
 


 Confira aqui as condições para envio de material para a publicação a ser realizada, Dossiê Diversidade Étnica e Fontes Orais:

Dossiê Diversidade Étnica e Fontes Orais

A Revista História Oral, periódico da Associação Brasileira de História Oral, convida o/as pesquisadore/as interessado/as a enviarem contribuições para o Dossiê Diversidade Étnica e Fontes Orais. A diversidade étnica das sociedades contemporâneas, que se traduz em pluralismo sociocultural, tem sido pouco considerada em políticas públicas, no senso comum e até mesmo em estudos acadêmicos. Em certas situações, esta diversidade tem sido equiparada à desigualdade, dentro de uma lógica que associa diferença à inferioridade, numa relação marcadamente assimétrica. O presente dossiê abre espaço para contribuições que permitam avançar no entendimento do “diferente” como problema para o conhecimento histórico e que explorem, a partir das fontes orais, a questão da diversidade étnica.



terça-feira, 23 de outubro de 2012

terça-feira, 11 de setembro de 2012

Integrantes da Rede Saúde e Cultura: Literaterras

Aconteceu no dia 09 de Setembro de 2012 o lançamento do Livro Vivo - Medicina Tradicional Huni Kuin, na Aldeia São Joaquim Centro de Memória, TI Baixo Rio Jordão - Acre

A realização é da Filmes de Quintal em parceria com a Faculdade de Letras da UFMG e o Literaterras, este último parceiro da Rede Saúde e Cultura de Minas Gerais.








quinta-feira, 16 de agosto de 2012

Publicações - Alimento: Direito Sagrado

Mais uma publicação interessante para quem trabalha com Saúde e Cultura.

O livro abaixo pode ser conferido integralmente no link ao final da postagem.

Alimento: Direito Sagrado

Apresenta os resultados da Pesquisa Socioeconômico e Cultural de Povos e Comunidades Tradicionais de Terreiros, realizada nas regiões metropolitanas de Recife, Belém, Belo Horizonte e Porto Alegre. Com a pesquisa, o Estado brasileiro reforça o compromisso com o direito humano à alimentação adequada, garantindo a esses povo e comunidades o respeito às práticas ritualísticas tradicionais

Resumo: Apresenta os resultados da Pesquisa Socioeconômico e Cultural de Povos e Comunidades Tradicionais de Terreiros, realizada nas regiões metropolitanas de Recife, Belém, Belo Horizonte e Porto Alegre. Com a pesquisa, o Estado brasileiro reforça o compromisso com o direito humano à alimentação adequada, garantindo a esses povo e comunidades o respeito às práticas ritualísticas tradicionais.
Vários autores

BRASIL. Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome. Alimento: direito sagrado – Pesquisa Socioeconômica e Cultural de Povos e Comunidades Tradicionais de Terreiros. Brasília: SAGI, 2011. 200 p. ISBN: 978-85-60700-50-9.



“Tudo começa e acaba com comida, tudo começa e acaba com
cânticos, porque para nós aqui os cânticos são primordiais, a
gente canta para morrer, canta para nascer, canta para acordar
de manhã, canta para dormir, tudo é cantado no candomblé (...)
então essa é uma importância muito grande para nós, da alimentação,
de alimentar, de preparar essa comida, de comungar com
essa comida, de distribuir essa comida para a comunidade.”

Tat’etu Arabomi


Publicações: O Poder dos Candomblés

Aos leitores da Rede Saúde e Cultura Mians Gerais, 
um presente da Editora da Universidade Federal da Bahia - UFBA:

Download gratuito do livro "O Poder dos Candomblés"


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