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quarta-feira, 26 de fevereiro de 2014

Festival Internacional de Cinema e Saúde Mental abre período de candidaturas de filmes


As inscrições para a seleção dos filmes que irão ser exibidos durante o próximo Festival internacional de Cinema e Saúde Mental (FICSAM), marcado para outubro, em Faro (Portugal), estão abertas até 15 de agosto.


Os interessados podem submeter candidaturas nas categorias de Ficção, Documentário, Animação e Experimental, quer sejam curtas ou longas-metragens, em língua portuguesa ou noutra língua.



A participação no festival está condicionada aos filmes relacionados com a saúde mental e que retratem, entre outros, temas como esquizofrenia, depressão, perturbações da personalidade, dependências, violência doméstica, maus tratos, trauma, «bullying», luto, divórcio, desemprego, alienação parental, depressão pós-parto, perturbação obsessiva compulsiva, anorexia, bulimia, dislexia ou direitos humanos.



O festival de cinema, dedicado à saúde mental, é organizado pela Associação Cultural Inconsciente Colectivo, que pretende com a iniciativa “sensibilizar o público para a temática, combater o estigma e a discriminação associados a este tipo de patologias e contribuir para promover igualdade de direitos para as pessoas com doença mental”.



O tema da 2.ª edição do FICSAM é «Viver com Esquizofrenia», tema proposto pela Federação Mundial da Saúde Mental para as comemorações do Dia Mundial da Saúde Mental.



Além da exibição de filmes, durante os três dias do festival, entre 9 e 11 de outubro, no museu municipal de Faro, haverá ainda um programa paralelo que inclui a realização de atividades diversas, como workshops, exposições e conferências.



Mais informações estão disponíveis no sítio http://www.ficsam.com.


Fonte: Diário Online/Portugal



sexta-feira, 29 de novembro de 2013

8ª edição da Mostra Cinema e Direitos Humanos na América do Sul - 26/11 a 22/12

De 26 de novembro a 22 de dezembro de 2013, será realizada a 8ª edição da Mostra Cinema e Direitos Humanos na América do Sul, com exibição de 38 filmes nas 27 capitais brasileiras e interior do País.
 


 A Mostra – realizada pela Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República, em parceria com o Ministério da Cultura – exibirá 38 filmes nas categorias: mostra competitiva de longas, médias e curtas, em que as plateias elegem os melhores filmes através de uma votação; mostra homenagem – Vladimir Carvalho; e mostra cinema indígena.

A produção é da Universidade Federal Fluminense, por meio do Departamento de Cinema e Vídeo, e tem o apoio do Centro de Informação das Nações Unidas para o Brasil (UNIC Rio), da Organização dos Estados Iberoamericanos, do Centro Técnico Audiovisual, da Empresa Brasileira de Comunicação e conta com o patrocínio da Petrobras e do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social.

Mostra Competitiva de longas, médias e curtas

Com mais de 150 inscrições, a curadoria da Mostra Competitiva, formada pelo cineasta Francisco Cesar Filho e estudantes da UFF, escolheu 24 filmes de diferentes países da América do Sul, sendo 13 longas, 07 médias e 04 curtas. Os filmes selecionados abordam livre e criativamente diversos temas relacionados aos Direitos Humanos, como inclusão das pessoas com deficiência, diversidade sexual, direito à memória e à verdade, população de rua, preconceito racial, direito ao trabalho digno, entre outros, sempre primando pela qualidade cinematográfica. Com um foco em comum: o fortalecimento da educação e a da cultura em Direitos Humanos, o respeito às diversidades, o exercício da cidadania, o compartilhamento da responsabilidade social e o agenciamento coletivo de forças afirmativas da dignidade humana. Unindo originalidade estética e apuro técnico, a Mostra conduz assim o debate crítico, político e transversal que o tema enseja.

Mostra Homenagem – Vladimir Carvalho

Nascido em Itabaiana, na Paraíba, e radicado em Brasília, Vladimir Carvalho fez do cinema uma forma de pensar e intervir no mundo. Nos últimos 50 anos, dirigiu filmes sempre implicados com os destinos do país e de seu povo. Como poucos, Vladimir fez do documentário um ato político e frequentemente poético. Nesta homenagem, cinco de seus mais de 20 filmes serão apresentados: Conterrâneos Velhos de Guerra (1991); Brasília Segundo Feldman (1979); O País de São Saruê (1971); Barra 68 - Sem Perder a Ternura (2001); O Evangelho Segundo Teotônio (1984).

Mostra Cinema Indígena

Nos últimos anos, a produção imagética realizada por cineastas indígenas cresceu no país, marcada por abordagens estéticas e políticas. O cinema desses realizadores contribui para o fortalecimento das lutas pelos Direitos Humanos dos indígenas. Os quatro filmes escolhidos pela curadoria para a 8ª MCDH na América do Sul são exemplares contundentes da renovação de sua luta política a partir da apropriação da tecnologia por diversas etnias que constituem os povos indígenas no Brasil.

Além dos filmes constituintes de cada categoria, serão exibidos títulos convidados, compondo o Programa Especial, como é o caso do documentário produzido pela SDH - Paredes invisíveis: Hanseníase Região Norte - e dos filmes produzidos pela ONU: Os Descendentes do Jaguar, Transformer: AK, Colombia: Wayuu "Gold" e Argentina: Dreaming of a Clean River.

Com patrocínio da OEI, a Mostra também deixa como legado processual o projeto Inventar com a Diferença, que tem como proposta a capacitação e acompanhamento de educadores de escolas públicas em todas as capitais do país para desenvolvimento de trabalhos audiovisuais em torno da temática dos direitos humanos. A ação paralela, que continua a se desenrolar mesmo após à Mostra, traz em si uma pergunta norteadora: como é possível produzir uma imagem que está à altura estética da experiência de vida das pessoas? Assim, a partir da potência do cinema, propõe exercícios que deslocam o olhar das crianças em direção ao outro, no esforço de inscrever sons e imagens que exprimam formas singulares de estar no mundo. O trabalho realizado nas escolas culminará com a apresentação dos vídeos na 9ª edição da Mostra, revelando um ciclo de continuidade entre as salas de cinema e de aula, a experiência pedagógica, a fruição da arte e a construção identitária.

Mais informações e programação, clique aqui

(Fonte: ASCOM / SDH)
(Publicação: ASCOM / MINC)

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