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quarta-feira, 30 de janeiro de 2013

Fundo Nacional do Meio Ambiente abre edital. Os projetos devem ser enviados até 22 de fevereiro!



O Fundo Nacional do Meio Ambiente criado há 22 anos, é o mais antigo fundo ambiental da América Latina. O FNMA é uma unidade do Ministério do Meio Ambiente (MMA), criado pela lei nº 7.797 de 10 de julho de 1989, com a missão de contribuir, como agente financiador, por meio da participação social, para a implementação da Política Nacional do Meio Ambiente – PNMA.

O FNMA é hoje referência pelo processo transparente e democrático na seleção de projetos. Seu conselho deliberativo, composto de 17 representantes de governo e da sociedade civil, garante a transparência e o controle social na execução de recursos públicos destinados a projetos socioambientais em todo o território nacional.

Ao longo de sua história, foram 1.400 projetos socioambientais apoiados e recursos da ordem de R$ 230 milhões voltados às iniciativas de conservação e de uso sustentável dos recursos naturais.

Para conhecer um pouco mais sobre a história do Fundo, seu funcionamento e atuação, consulte nossos Relatórios de Gestão.

Em 21 de novembro de 2012, o FNMA lançou a Demanda Espontânea 2012/2013. Os projetos serão recebidos no Siconv até 22/02/2013.

Clique aqui para conhecer as regras e os temas para elaboração das propostas.

Fonte: agenciajovem.org

Fonte de consulta Blog RSC: Ambientalistas em Rede

quinta-feira, 29 de novembro de 2012

Arquivo de notícias: 1º Encontro de Educação Popular, Intergeracional, Patrimonial e Ambiental / Paraíba

1º Encontro de Educação Popular, Intergeracional, Patrimonial e Ambiental acontece de 10 a 12/12 23 nov 2012 

A Universidade Estadual da Paraíba (UEPB), em parceria com a Universidade Federal de Campina Grande (UFCG), realiza, de 10 a 12 de dezembro, no Auditório do Departamento de Psicologia, em Bodocongó, o 1º Encontro Regional de Educação Popular, Intergeracional, Patrimonial e Ambiental: Reflexões Transdisciplinares, que vai reunir docentes e alunos pesquisadores do meio acadêmico-científico, bem como protagonistas das diferentes idades etárias (crianças, jovens, adultos e idosos), para socializarem experiências de pesquisa e extensão.

Além disso, contadores de histórias de vida relacionadas aos campos dos saberes da Educação Popular, Intergeracional e Patrimonial participarão das atividades do encontro, em uma perspectiva transdisciplinar, que busca fortalecer a interlocução entre Universidade-Escola-Comunidade quanto ao fomento de pesquisas nestas áreas do conhecimento, disseminar ações extensionistas realizadas por meio de práticas sócio educativas e culturais na escola e na comunidade, com diversos segmentos da sociedade, além de refletir sobre a formação docente (inicial e serviço) no espaço escolar.

Durante os três dias do evento serão realizados grupos temáticos e mesas redondas sobre “Memórias indígenas e quilombolas na Paraíba”, “Práticas educaticas e memórias”, “Educação Popular, Cultura e Cidadania”, “Educação Popular em Saúde”, “Memória e Educação Ambiental”, “Educação Patrimonial na escola e em outros espaços formativos”, “Educação Intergeracional no espaço escolar e extra escolar”, “A Educação Popular em Saúde: trajetórias e desafios” e “Narrando experiências de idosos e resignificando aprendizagens”.

Os interessados em inscrever trabalhos podem enviar seus resumos até o dia 30 de novembro, para o email 1ereipa@gmail.com. As inscrições de ouvintes estão sendo feitas até o dia 10 de dezembro. 

Outras informações podem ser obtidas através do endereço eletrônico http://ereipa.wix.com/ereipa ou pelo telefone (83) 2101-1560.

segunda-feira, 26 de novembro de 2012

Arquivo de notícias: Conferência da ONU sobre Mudanças Climáticas começa hoje no Catar


Conferência da ONU sobre Mudanças Climáticas começa hoje no Catar


As enchentes e secas extremas que têm afetado várias regiões no mundo e os fenômenos naturais, como maremotos, cada vez mais frequentes, voltam a ocupar, a partir de hoje (26), o centro das preocupações de técnicos, especialistas e autoridades de quase 200 países. Reunidos em Doha, capital do Catar, negociadores de todo o mundo querem chegar a um consenso sobre o que precisa ser efetivamente adotado para minimizar os efeitos provocados pelas fortes mudanças de temperatura do planeta.

Durante a 18ª Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas (COP18), as delegações de várias partes do mundo tentarão definir novos compromissos, a fim de dar sequência a uma série de esforços que já vêm sendo feitos desde 1992. As expectativas em relação ao evento recaem quase exclusivamente sobre esse ponto: o que cada economia está disposta a fazer, a partir de janeiro do ano que vem, para continuar os esforços pela redução das emissões de gases de efeito estufa.

Os primeiros compromissos foram assumidos quando as nações signatárias do Protocolo de Quioto, que começou a valer há cinco anos, definiram metas obrigatórias, no caso de países desenvolvidos, ou voluntárias, entre as nações em desenvolvimento. Apesar de o tratado que define metas e limites de emissão de gases de efeito estufa para os países desenvolvidos expirar no fim deste ano, as medidas ainda estão longe dos resultados esperados.

Levantamentos de organismos internacionais e do órgão das Nações Unidas responsável pelo debate sobre meio ambiente (Pnuma) têm apontado que as ações ainda não foram suficientes para reduzir essas emissões nocivas ao Planeta. O Pnuma mostrou que a concentração de gases de efeito estufa, como o dióxido de carbono (CO2), aumentou 20% desde 2000.

Pesquisadores do Banco Mundial  e da Organização Meteorológica Mundial também têm alertando que, caso não adote ações mais ambiciosas e austeras, a comunidade internacional não irá alcançar a meta estipulada como ideal pelos cientistas. Diante da emergência apontada pelos estudos recentes, os países se comprometeram a adotar medidas para manter a elevação da temperatura do planeta abaixo dos dois graus centígrados.

O desafio será chegar a um acordo imediato para manter metas que reposicionem os países nessa direção, adotando medidas rigorosas em suas economias. Em meio ao debate, será preciso definir, por exemplo, se os países do Leste Europeu podem usar, para maiores emissões, a margem que conquistaram por ter emitido menos, nos últimos anos, quando a recessão enfrentada por essas economias reduziu o ritmo das fábricas, mantendo os níveis de poluição atmosférica abaixo do estipulado.

Além disso, os negociadores devem retomar os debates sobre o Fundo Verde e a regulamentação internacional de uma compensação para países em desenvolvimento que reduzem as emissões de gases de efeito estufa, conhecido como Redd – sigla que define a Redução das Emissões Geradas com Desmatamento e Degradação Florestal nos Países em Desenvolvimento. O mecanismo tem dividido as atenções nos debates sobre clima.

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