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quinta-feira, 7 de agosto de 2014

Governo oferece mil vagas em curso de gênero e sustentabilidade

Estão abertas as inscrições para o curso on-line 'Igualdade de Gênero e Desenvolvimento Sustentável' promovido pelo Ministério do Meio Ambiente (MMA). Os interessados podem se inscrever diretamente na plataforma Ambiente Virtual de Aprendizagem (AVA). 


O curso terá a carga horária de 20h e será realizado nos meses de setembro e outubro. Estão disponíveis mil vagas e as inscrições acabam no dia 29 de agosto.
O MMA tem realizado uma série de cursos a distância com a meta de ampliar o acesso de diversos públicos interessados nos processos de formação e capacitação desenvolvidos pelo órgão. 


O curso pretende sensibilizar e capacitar gestores, de todas as áreas, sobre a questão da desigualdade de gênero e a importância da inserção da perspectiva de gênero nas políticas públicas. Por isso, é destinado, principalmente, a gestores públicos das esferas federal, estadual e municipal, servidores públicos responsáveis pela elaboração de políticas públicas e lideranças da sociedade civil.
A ação está interligada ao Comitê Interno de Gênero do MMA, que tem como proposta incluir questões de gênero e políticas públicas para as mulheres, orientar a execução de ações, projetos e programas das ações afirmativas de gênero e articular com as organizações públicas e da sociedade civil que tenham como objetivo convergir esforços para a eficácia e efetividade de ações.
Capacitação de gestores
No contexto, também está com inscrições abertas, o curso on-line voltado para gestores de órgãos públicos interessados em instituir ações socioambientais. A capacitação será realizado em setembro, com duração de 12 horas. Nesta primeira turma, serão ofertadas mil vagas.
O programa A3P visa estimular a adoção de ações na área de responsabilidade socioambiental nas atividades internas e externas. Para facilitar a sua implantação, o MMA  disponibiliza em seu site uma série de cartilhas com informações sobre a adesão, os eixos temáticos e as metas.
Fonte: Portal Brasil 

segunda-feira, 10 de março de 2014

Curso de Gestão de Políticas Públicas em Gênero e Raça da UFMG recebe inscrições para 250 vagas

Discutir e abordar as temáticas relacionadas a gênero e a igualdade étnico-racial são algumas das propostas do curso de extensão da UFMG Gestão de Políticas Públicas em Gênero e Raça, que oferece 250 novas vagas nos polos de Belo Horizonte, Confins, Formiga, Governador Valadares e Uberaba. As atividades são na modalidade semipresencial e serão realizados seis encontros presenciais nos polos. As inscrições podem ser efetuadas até o dia 14 de março, por meio do preenchimento de formulário eletrônico disponibilizado no site www.ufmg.br/ead/site/index.php/caed. 


Para participar do processo seletivo, o candidato deve obedecer a um dos seguintes critérios: ser servidor federal, estadual ou municipal da administração pública; ser integrante dos conselhos de direitos, dos fóruns intergovernamentais de promoção da igualdade racial, dos conselhos de educação; ser dirigente de organismos não governamentais ligados à temática de gênero e da igualdade étnico-racial. Também é necessário residir na cidade em que as atividades presenciais vão acontecer ou próximo a elas. 

A documentação exigida no ato da inscrição está listada no edital, também disponível no site www.ufmg.br/ead/site/index.php/caed. Em relação à carta de intenções, que também é requerida, o candidato deve abordar seu interesse pelos conteúdos do curso, experiências anteriores sobre o assunto, conhecimento sobre internet e educação a distância e, por fim, expectativas em relação às atividades. 


O resultado será divulgado a partir do dia 28 de março. 


Políticas Públicas 

Coordenado pelo Núcleo de Estudos e Pesquisas sobre a Mulher da UFMG, em parceria com o centro de apoio à educação a distância da universidade, o curso objetiva instrumentalizar os participantes para a intervenção no processo de implementação, monitoramento e avaliação de programas e ações de gênero e raça nas políticas públicas. 

É importante que os alunos dediquem, no mínimo, quatro horas semanais para participar das discussões on-line sobre os temas levantados nas disciplinas. 

Outras informações sobre a seleção podem ser obtidas pelo e-mail gppger@fafich.ufmg.br ou pelo telefone (31) 3409-3821. 

Fonte: Combate Racismo Ambiental

sábado, 8 de março de 2014

Um balanço da ONU sobre a igualdade de gênero

Transformado em motivo de celebração pela sociedade de consumo, o Dia Internacional das Mulheres muitas vezes acaba por reforçar estereótipos de gênero. Entretanto, muito além de servir como justificativa para aquecer as vendas de flores, maquiagem, bombons ou até utensílios domésticos, a data representa um convite à reflexão e ao balanço sobre as conquistas e obstáculos em relação aos direitos das mulheres.
Nos últimos anos, testemunhamos grandes avanços no Brasil em relação à igualdade de gênero. A Secretaria de Políticas para as Mulheres celebrou em 2013 uma década de funcionamento. A Lei Maria da Penha, de 2006, alterou o Código Penal e possibilitou que agressores de mulheres sejam presos em flagrante ou tenham sua prisão preventiva decretada, além de impor penas mais rigorosas e de estabelecer medidas protetivas às vítimas. De acordo com Censo 2010, do IBGE, a presença nas faculdades brasileiras já é majoritariamente feminina, e a escolarização delas também é maior na faixa etária entre 18 a 24 anos. Já segundo o Ministério do Trabalho e Emprego, a participação das mulheres no mercado de trabalho brasileiro cresceu mais do que a dos homens em 2012. O crescimento foi de 3,89% ante ao aumento de 1,46%. Com isso, as mulheres passaram a representar 42,47% da força de trabalho.
No entanto, ainda nos encontramos distantes de nossos objetivos de que milhões de mulheres e meninas vivam livres de discriminação e violência no Brasil. Mulheres e homens continuam escolhendo campos de estudo muito diferentes na educação técnica e superior, e as mulheres têm mais probabilidade que os homens de participar de atividades de baixa produtividade e rentabilidade. Em 2012, o Mapa da Violência, em um estudo feito em 84 países, colocou o Brasil na sétima posição em assassinatos de mulheres, com uma média de 4.365 vítimas fatais ao ano entre 2000 e 2010. As mulheres ainda estão fortemente sub-representadas na política. A divisão equilibrada das tarefas domésticas e do cuidado com os filhos ainda é algo distante da realidade da maioria dos lares brasileiros, o que dificulta consideravelmente a vida profissional das mulheres.
Assim, apesar dos avanços, muitos obstáculos devem ser levantados ao mesmo tempo – no mercado, nas instituições, no âmbito doméstico e na sociedade em geral – para transformar esta realidade desigual.
Para ter um panorama concreto, a ONU Mulheres, no Brasil e no mundo, está dedicada a um processo de avaliação dos progressos e desafios em matéria de igualdade de gênero, que vai culminar em 2015. A origem deste processo é a Quarta Conferência Mundial sobre a Mulher, que aconteceu em Pequim, em 1995. O resultado do encontro foi um acordo para trabalhar pelos direitos humanos das mulheres e meninas em todo o mundo. O documento, chamado “Plataforma de Ação de Pequim”, lista 12 pontos prioritários de trabalho, além de ações detalhadas para alcançar seus objetivos estratégicos. Em suma, trata-se de um roteiro para o avanço da igualdade de gênero e do empoderamento das mulheres nos países, reforçando e dando maior concretude aos princípios elencados na Convenção sobre os Direitos das Mulheres, a CEDAW.
Este Dia internacional das Mulheres marcará o início de um ciclo de um ano, em que a ONU Mulheres estará voltada para a análise dos resultados alcançados nas 12 áreas temáticas nas últimas duas décadas. E este processo está sendo chamado de Pequim+20.
As 12 áreas temáticas são: Mulheres e Pobreza; Educação e Capacitação de Mulheres; Mulheres e Saúde; Violência contra a Mulher; Mulheres e Conflitos Armados; Mulheres e Economia; Mulheres no Poder e na Liderança; Mecanismos Institucionais para o Avanço das Mulheres; Direitos Humanos das Mulheres; Mulheres e a Mídia; Mulheres e Meio Ambiente e Direitos das Meninas.
O processo de revisão e avaliação de Pequim ocorre em um momento único: a comunidade internacional está focada em alcançar os Objetivos de Desenvolvimento do Milênio (ODMs), além de concentrar esforços em formular uma agenda de desenvolvimento pós-2015, tendo em conta as diretrizes dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS). Interligados, estes processos proporcionam uma oportunidade singular para posicionar a igualdade de gênero, os direitos e o empoderamento das mulheres no centro da agenda global.
Neste Dia Internacional das Mulheres, sabemos que ainda temos que enfrentar alguns desafios rumo a uma sociedade mais justa e igualitária. Acreditamos que as avaliações de Pequim+20 podem nos apontar um caminho definido a seguir.
A ONU Mulheres acredita em um futuro de igualdade, caminhando junto à sociedade civil e aos governos para construir sociedades que visem à equidade de gênero e ao empoderamento das mulheres em todas as suas esferas.
 Fonte: Brasil Post

quinta-feira, 21 de fevereiro de 2013

Concurso de Boas Práticas pela Igualdade e Equidade de Gênero e Interculturalidade em Saúde está com inscrições abertas até 28 de fevereiro


Realizada pela Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS/OMS), a competição busca identificar e promover as melhores iniciativas na inclusão da perspectiva de igualdade de gênero e/ou equidade étnica nos serviços de saúde na América Latina e Caribe.

Estão abertas, até o dia 28 de fevereiro, as inscrições para o VI Concurso de Boas Práticas pela Igualdade e Equidade de Gênero e Interculturalidade em Saúde, realizado pela Organização Pan-Americana da Saúde da Organização Mundial de Saúde (OPAS/OMS). 

O concurso tem como objetivo identificar e promover as melhores iniciativas na inclusão da perspectiva de igualdade de gênero e/ou equidade étnica no contexto dos serviços de saúde na América Latina e Caribe.

As boas práticas nas categorias Gênero e Saúde e, Saúde, Gênero e Etnia serão premiadas com um certificado e 2.500 dólares para investir no fortalecimento das práticas que também serão incluídas em uma publicação em inglês e espanhol. Os representantes das propostas participam, ainda, da cerimônia de premiação na sede da OPAS/OMS em Washington, nos Estados Unidos, no dia 28 de maio, quando é celebrado o Dia Internacional de Ação pela Saúde da Mulher. 

Para mais informações:  

Site em inglês.

Fonte: Seppir

quinta-feira, 11 de outubro de 2012

Arquivo de Notícias: Ligadura de Trompas só poderá ser feita com a autorização do marido

Ela é maior de idade, independente, vacinada, mãe de um garoto de 8 anos, trabalhadora e paga as próprias contas. Aos 31 anos, a analista de comunicação Janaína Rochido acreditava que, adulta, era dona do próprio nariz. Mas descobriu recentemente que para tomar decisões sobre parte de seu corpo, ela ainda não tem tanta autonomia, pelo menos aos olhos da legislação brasileira. Ao dizer que não pretendia ter mais filhos, durante uma consulta de rotina ginecológica, e perguntar sobre o procedimento de laqueadura, a médica foi categórica: “Você não pode fazer essa cirurgia, por ser solteira e não ter um marido que autorize a decisão com você”. A frase caiu como uma bomba para a paciente, que logo questionou: “O corpo é meu, mas é o meu marido quem decide?”. A especialista, de mãos atadas, foi direta: “É a lei brasileira”.

Apesar de as famílias do Brasil já terem mudado de cara e conceitos, a lei que rege o planejamento familiar no país é de 1996 e só autoriza a esterilização em homens e mulheres acima de 25 anos ou que tenham pelo menos dois filhos. Para ambos é exigido o consentimento dos cônjuges. “Sempre me preocupei em prevenir outra gravidez, uso outros métodos, mas queria me informar sobre a laqueadura por achar mais seguro. Acabei esbarrando em uma legislação com 16 anos de existência que está em vigor em um momento em que o país já sofreu significativas mudanças familiares. Eu, solteira, sã, trabalhadora e maior de idade, só posso decidir que não quero mais filhos se tiver um marido que concorde com isso?”, questiona Janaína, que, indignada, publicou a história em seu blog, atraindo 2 mil acessos e provocando uma discussão que envolveu mulheres e homens, contra e a favor da exigência.

Apesar de ter sido novidade para muitos, essa polêmica já chegou ao Poder Executivo. Um projeto de lei em tramitação na Câmara dos Deputados, de autoria do deputado Paulo Rubem Santiago (PDT-PE), quer modificar a legislação por achá-la atrasada demais para a realidade do país. “Há menos de um ano, uma trabalhadora rural de Pernambuco, com oito filhos e problemas de saúde, decidiu fazer laqueadura, mas o marido não autorizou e insistiu que ela engravidasse mais uma vez. Ela engravidou e acabou morrendo, assim como a criança”, conta Paulo, que diz ser a favor dos homens e mulheres terem liberdade sobre o próprio corpo. “Nossa proposta acaba com essa exigência de que o cônjuge tenha que autorizar. A pessoa é senhora da sua condição reprodutiva”, defende. Ele aponta que, pelo Sistema Único de Saúde (SUS), uma lei como a atual é um perigo principalmente, para a saúde da mulher. “Sabemos que há muito machismo e a mulher acaba se tornando refém do homem. Essa lei pesa mais para o universo feminino”, comenta.

Opinião compartilhada pela assessora técnica do Centro Feminista de Estudos e Assessoria, Kauara Rodrigues, que considera a alteração mais do que necessária, principalmente diante do atual cenário do país. “A legislação demonstra que vivemos em uma sociedade conservadora, com valores patriarcais. É preciso uma mudança já, para que haja um diálogo com a realidade de hoje. O conceito de família atual não se restringe mais a homem, mulher e filho”, critica, certa de que para os homens há mais facilidade em conseguir o procedimento de esterilização sem a autorização de uma mulher.

O Estado de Minas testou a diferença. Em muitas clínicas de urologia em Belo Horizonte não se exige o consentimento da parceira para o homem que tem interesse em fazer vasectomia. O repórter Humberto Siqueira entrou em contato com uma dessas clínicas e, passando-se por um jovem de 31 anos, pai de uma criança, (as mesmas condições de Janaína Rochido), perguntou sobre o procedimento de esterilização e foi informado que tudo é muito simples, bastava fazer uma consulta e preencher um formulário e a cirurgia seria no mesmo dia. “Se você é solteiro, não precisa de consentimento de nenhuma parceria”, explicou a atendente.

A discrepância, segundo afirma o advogado e professor de direito civil da Universidade de Sorocaba e da Faculdade de Direito de Sorocaba, no interior de São Paulo, Emerson Alexandre Molina, está na maneira como é feito o procedimento cirúrgico em cada caso. “A linha de raciocínio perante a lei deveria ser a mesma, mas na prática, o homem tem mais facilidade em fazer uma vasectomia sem muitas exigências porque a cirurgia não tem tanto nível de formalidade, pode até ser feita em ambulatório. Já a mulher tem que ir para um hospital, onde a legislação vai ficar mais evidente”, compara, reconhecendo que a lei deve passar por mudanças.

“Os solteiros sempre terão dificuldades para a esterilização e o medo dos médicos é de os pacientes se arrependerem. Mas hoje em dia as famílias não têm como único objetivo a procriação, tanto que se defende a criação de casais homossexuais”, diz. Ele afirma que o planejamento familiar é um direito da mulher, independentemente da existência de um casamento.

Segundo Márcia Rovena de Oliveira, ginecologista e obstetra da área técnica da Saúde da Mulher da Secretaria de Estado de Saúde (SES) de Minas Gerais, tudo isso é questão de interpretação da lei pelos médicos. “A legislação não diz que solteiros não podem fazer a esterilização, somente exige a assinatura dos cônjuges, ou seja, um consentimento do parceiro caso a pessoa o tenha. A lei não fala que é preciso ser casado”, diz, contando que pelo SUS, somente em 2011, foram feitas 9.526 laqueaduras em Minas Gerais. “Como a vasectomia pode ser feita em ambulatórios, os dados que temos estão subestimados. Foram 1.277 cirurgias em homens no ano passado, mas esse número se refere apenas aos que fizeram o procedimento em hospitais. Por isso, certamente há mais”, afirma.

CAUTELA Na opinião da vice-presidente do Comitê de Ginecologia Endócrina da Sociedade de Ginecologia e Obstetrícia de Minas Gerais (Sogimig), Hérica Cristina Mendonça, a opção pela esterilização deve ser bem pensada. “Hoje há métodos alternativos para prevenir a gravidez, então por que apelar para algo tão mutilador? As exigências têm que ser cumpridas, para que não haja arrependimento. Mas, se a pessoa é solteira, não há importância dela assumir essa decisão, mas as chances de arrependimento são grandes e o médico não tem que ser conivente. Por isso é preciso muito cuidado antes de tomar a decisão”, alerta.

O que diz a lei

Lei nº 9.236, de 12/1/96


Os procedimentos só podem ser feitos em homens e mulheres maiores de 25 anos ou com pelo menos dois filhos vivos, desde que observado o prazo mínimo de 60 dias entre a manifestação da vontade e o ato cirúrgico, período no qual será propiciado à pessoa interessada acesso a serviço de regulação da fecundidade, incluindo aconselhamentos, visando desencorajar a esterilização precoce.

É permitido o procedimento em caso de risco à vida ou à saúde da mulher.

É proibida a esterilização cirúrgica em mulher durante os períodos de parto ou aborto, exceto nos casos de comprovada necessidade, por cesarianas sucessivas anteriores.

A esterilização depende do consentimento expresso de ambos os cônjuges.


TÉCNICAS DE ESTERILIZAÇÃO

Vasectomia

A vasectomia é uma cirurgia simples e rápida, em que os canais deferentes do aparelho reprodutor masculino são cortados, amarrados ou fechados com grampos, impedindo que os espermatozoides saiam da bolsa escrotal e possam ser ejaculados. O procedimento não exige internação e é um método ambulatorial, feito com anestesia local. O efeito da vasectomia não é imediato. Ela só é considerada segura quando um exame chamado espermograma prova que não há mais espemartozoides no esperma ejaculado.


Laqueadura

As trompas são cortadas, amarradas, cauterizadas, obstruídas ou fechadas com grampos e anéis, impedindo que os espermatozoides encontrem os óvulos. Exige anestesia e internação de algumas horas ou até dois dias. É proibido fazer o procedimento no parto ou durante o aborto, pois esses são momentos considerados inadequados para uma decisão como essa.

segunda-feira, 27 de agosto de 2012

Arquivo de notícias: 8º Prêmio Construindo a Igualdade de Gênero


8º Prêmio Construindo a Igualdade de Gênero

A Entidade das Nações Unidas para a Igualdade de Gênero e o Empoderamento das Mulheres (ONU Mulheres), em parceria com Secretaria de Política das Mulheres, CNPQ e MEC, abre inscrição para o 8º Prêmio Construindo a Igualdade de Gênero para redações, artigos científicos e experiências inovadoras de escolas públicas e privadas voltadas à promoção da igualdade entre homens e mulheres. Serão distribuídos mais de R$70 mil em prêmios, além de computadores, laptops e bolsas de estudo.

Podem participar estudantes do ensino médio, graduação, mestrado e doutorado, além de graduados, especialistas e mestres. As premiações destinadas a essas categorias são computadores e equipamentos de informática (para estudante de ensino médio), bolsas de iniciação científica (para ensino médio e superior), bolsas de mestrado e doutorado, além de prêmios em dinheiro para as três modalidades de participação do ensino superior. Ao todo, as três categorias irão receber R$ 46 mil em prêmios.  

O concurso também é aberto a escolas públicas e privadas de ensino médio, que realizem projetos e ações pedagógicas para a promoção da igualdade de gênero, nas suas interseções com o enfrentamento à discriminação racial, étnica e de orientação sexual. Será premiada uma escola por unidade da federação, e cada uma delas receberá R$ 10 mil.

Até dia 17 de setembro, os interessados poderão fazer inscrições em 



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